Praia de Xangri-Lá

Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

Page 3 of 4804

Ação mirou ligações clandestinas de esgoto

 

 

Uma ação conjunta da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Pesca, Proteção Animal e Agricultura (SEMMAPA), Secretaria Municipal de Obras e Viação (SMOV) e Patrulha Ambiental da Brigada Militar, realizada na terça-feira (14) teve como alvo ligações clandestinas de esgoto. Conforme a SEMMAPA, o objetivo solucionar um problema de vazamento de esgoto in natura para a rua e tubulação de drenagem de águas de chuva. Além do esgoto irregular, foi retirada uma grande quantidade de lixo da canalização pluvial.

 

Vale lembrar que a emissão de esgoto irregular, seja para as vias públicas ou ligada na rede pluvial é uma infração ambiental que gera multa com valor mínimo de R$ 5 mil. Denúncias devem ser feitas para a SEMMAPA através da Ouvidoria, pelo fone 51 36278283, no e-mail ouvidoria@imbe.rs.gov.br, no site da Prefeitura, www.imbe.rs.gov.br ou também pessoalmente, no Prédio Anexo 1 da Prefeitura, que fica na Avenida Paraguassú, 2017 – Centro, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30.

Fonte: SECOM/Imbé

Grupo de Bolsonaro recebeu R$ 335 mil de fundo criticado por presidente

Share to WhatsAppShare to LinkedIn

Incomodado com críticas sobre a destinação de R$ 2 bilhões do Orçamento para bancar campanhas, o presidente Jair Bolsonaro tem pedido a apoiadores que não votem em candidatos que utilizam recursos públicos nas eleições. O problema é que o “boicote” pode prejudicar seus próprios aliados.

Levantamento do Estado mostra que pelo menos 15 parlamentares bolsonaristas tiveram parte dos gastos eleitorais em 2018 custeada com dinheiro do fundo eleitoral. Ao todo, foram R$ 335,2 mil recebidos, o que representa 17% do total arrecadado pelos então candidatos.

Na lista estão os deputados federais e estaduais que pretendem migrar para o Aliança pelo Brasil, partido que Bolsonaro tenta colocar de pé até abril, a tempo de disputar as eleições municipais de outubro. Inclui ainda o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ),vice-presidente do Aliança pelo Brasil.

Flávio não recebeu repasses diretos do fundo eleitoral, mas, na prestação de contas enviada à Justiça Eleitoral, consta que seu ex-partido, o PSL, usou R$ 70 mil do dinheiro público para produzir adesivos e santinhos do então candidato ao Senado. O valor representa 10% dos R$ 712,2 mil arrecadados pelo filho “01” na campanha de 2018.

O fundo eleitoral é o principal mecanismo de financiamento público de campanhas e, em 2018, distribuiu R$ 1,7 bilhão. Ele foi criado em 2017 para compensar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu doação empresarial.

Neste ano, na primeira eleição municipal abastecida majoritariamente com recursos públicos, o Congresso aprovou R$ 2 bilhões para financiar candidatos. Bolsonaro chegou a indicar que poderia vetar o valor. Depois, porém, mudou o discurso, sinalizando que deve sancionar a proposta. Ele tem até segunda-feira para decidir.

“Eu tenho um momento difícil pela frente que são os R$ 2 bilhões do fundão. Eu lanço a campanha: não vote em parlamentar que usa o fundão”, disse o presidente na sexta-feira passada. Nesta quarta-feira, 15, em frente ao Alvorada, voltou a dizer que o Aliança não usará recursos públicos. “A gente espera, brevemente, criar um partido, que não vai ter fundão neste ano nem em 2022. A gente não vai usar, porque é um dinheiro que sai, realmente, do povo, que podia ser aplicado melhor em outro local”, afirmou.

Assim que formalizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Aliança deve ganhar a adesão de pelo menos 27 deputados federais que hoje estão no PSL. Destes, 10 se elegeram com ajuda do fundo eleitoral. A que mais recebeu foi a deputada Major Fabiana (PSL-RJ). Foram R$ 85,5 mil, 90% dos R$ 95 mil que ela arrecadou em 2018. Estadão

O conteúdo deste blog é livre e seus editores não têm ressalvas na reprodução do conteúdo em outros canais, desde que dados os devidos créditos.

Prefeitura instala quebra-molas em frente à Delegacia de Polícia de Imbé

 

 

A Prefeitura de Imbé instalou na última terça-feira (14) um novo quebra-molas na Avenida Paraguassú, em frente à Delegacia de Polícia Civil, no bairro Courhasa. O serviço foi executado pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (SMOV) e complementado pelo Departamento de Trânsito da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Trânsito (SEMUSP-T), que sinalizou imediatamente o local.

 

A medida de segurança atende solicitação dos moradores locais, que queixavam-se do excesso de velocidade de muitos veículos que trafegam pela via neste ponto. A imprudência também acabava afetando diretamente o trabalho da Polícia Civil. “Aqui nós tínhamos dificuldade de entrada e saída na Delegacia, inclusive com acidentes e atropelamentos. É uma medida de suma importância. Quero agradecer todo o empenho da Prefeitura em atender este nosso pedido”, disse o delegado Antônio Carlos Ractz Junior, titular da DP de Imbé.

 

Fonte: DECOM/Prefeitura de Imbé

Onde anda o QUADRILHA?

 

 

 

Aquele serrano que chegou aqui no litoral com sua malinha e conseguiu se tornar um dos maiores proprietários de terras em nosso litoral aprontou para muitos, muitos mesmo.

Riquíssimo acabou dando as cartas e jogando de mão quando o tal TEMER assumiu o Governo depois do golpe aplicado contra a Presidente Dilma.

Como sempre foi um mau caráter, restou enrolado até o pescoço em incontáveis falcatruas e hoje está sumido.

Poupado vergonhosamente pelos tradicionais meios de comunicação seu paradeiro é ignorado.

Por que essa razão pergunto qual o paradeiro desse BANDIDO.

Cadê o QUADRILHA?

Que belo dia!

 

 

Nessa manhã estamos livres da forte presença da radiação solar com aquele calor insuportável.

Sopra uma brisa agradável e a temperatura deve estar quando muito nos vinte graus centígrados.

É a manhã que aos sensatos agrada plenamente, mas por certo desagrada aos que pouco pensam e que acorrem ao litoral para torrarem o lombo no sol, retornando às suas cidades de origem quase tão pretas quanto o carvão e assim os demais podem perceber que andaram pelo litoral.

Confesso que não consigo compreender essas “madames” que ao verem uma mulata em suas cidades de origem viram a cara, demonstrando nojo e depois vem buscar a mesma cor da pele na beira mar.

A ‘nóis’, os guri’ é uma delícia ver as mulheres modernas aqui na praia vez que os trajes de banho de fato quase nada encobrem.

Exemplo é a peça inferior dos modernos trajes de banho que elas usam e que encobrem tão somente os orifícios.

Penso que como muitas não têm o bom senso necessário convinha que houvesse uma Lei proibindo a exposição de corpos horríveis como infelizmente também vemos por aqui.

Guedes convence Bolsonaro a desistir de subsidiar a conta de luz das igrejas

Bolsonaro acabou ouvindo
Guedes, que não apoia a
concessão de benefícios

O ministro Paulo Guedes, (foto) da Economia, convenceu o presidente Jair Bolsonaro (foto) a desistir de subsidiar as contas de luz das igrejas.

O Ministério das Minas e Energia já tinha elaborado a minuta do decreto que beneficiaria os grandes templos, que, ligados a rede de alta tensão, pagam mais pela energia no horário noturno, como qualquer outro grande consumidor, como shopping.

O decreto faria com que os templos pagassem um único valor de energia, a mais baixa, cobrada no período diurno.

Bolsonaro comunicou a desistência da concessão do benefício ao receber o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, Silas Câmara (Republicanos-AM), e o pastor R.R.Soares, da Igreja da Graça, que consta na lista dos grandes devedores da Receita.

Bolsonaro disse que a quantia que as igrejas deixariam de pagar por conta do benefício seria pequena, mas admitiu que “quando se fala em subsídio, alguém vai pagar a conta”.

Não será surpresa se os líderes evangélicos passarem a criticar a política econômica de Guedes.

Com informação do Estado de S.Paulo e de outras fontes.

Copiado de:  https://www.paulopes.com.br/2020/01/bolsonaro-desiste-de-subsidiar-luz-de-igrejas.html#.Xh900SN7lPY

Brasileiro é preso por defecar no Templo do Sol, em Machu Picchu

Outros 5 turistas de diferentes nacionalidades estavam no grupo e também foram detidos


O Templo do Sol é um ponto muito visitado em Machu Picchu (foto: Cris BOURONCLE / AFP)

Seis turistas, quatro homens e duas mulheres, de diferentes nacionalidades (incluindo um brasileiro), foram presos no último domingo (12/1) em Machu Picchu, no Peru. Segundo autoridades locais, as pessoas danificaram o Templo do Sol, além de defecarem no local.

Na ocasião, cidadãos do Brasil, Argentina, Chile e França foram flagrados em uma área do Templo do Sol restrita por questões de segurança.  De acordo nota oficial do chefe de polícia de Cusco, Wilbert Leyva, foi verificada “a fissura de um elemento lítico, que caiu de um muro e provocou uma fenda no piso” do local.

Continua depois da publicidade

Além de depredar o ambiente, a direção regional de Cultura de Cusco afirmou ter encontrado material fecal no templo, o que comprovaria a que os turistas teriam defecado no Templo do Sol.

Segundo Leyva, o Ministério Público de Cusco está investigando o caso e, até então, os turistas responderão por crime contra o patrimônio cultural.

Copiado de:  https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2020/01/14/interna_internacional,1114294/brasileiro-e-preso-por-defecar-no-templo-do-sol-em-machu-picchu.shtml

Maitê Proença no programa provocações da TV/Cultura/SP

 

 

Agora quando são 22h35 está no ar o programa que entrevista essa mulher que recebe todos os meses DEZESSEIS MIL REAIS de pensão do Governo Federal.

Ela foi empregada na TV Globo por quase quarenta anos fazendo as ditas novelas.

Ela não tem vergonha em embolsar esse valor todos os meses, ela assim como outros milhares destituídos de vergonha na cara.

Já passou UM LONGO ANO disto que dizem ser UM GOVERNO e apenas falam e falam, mas providências como SECAR TETAS COMO ESSA até agora nada.

Meu velho pai dizia de forma bem direta que mudam as moscas, mas a merda é sempre as mesmas.

E o velho RUDOLF tinha mesmo razão.

Amazónia em risco com a «MP da grilagem» de Bolsonaro

Internacional|Brasil

AbrilAbril

 

 

Investigadores alertam que a Medida Provisória 910, que o governo brasileiro diz ser de «Regularização Fundiária», estimula a devastação da Amazónia e a posse ilegal de terras desmatadas.

Investigadores afirmam que MP 910 potencia a devastação da Amazónia

Investigadores afirmam que MP 910 potencia a devastação da Amazónia Créditos / metrojornal.com.br

Menos de um mês após a divulgação, pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do maior índice de desflorestação na Amazónia dos últimos dez anos, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, avançou no passado dia 10 de Dezembro com uma Medida Provisória que abre o caminho para que parte das áreas públicas desmatadas ilegalmente até Dezembro de 2018 passe para as mãos dos desmatadores.

Apoiada pela chamada «bancada ruralista», a Medida Provisória 910 permite que terras públicas desmatadas com uma área até 2500 hectares se tornem propriedade de quem as ocupou irregularmente, desde que se cumpram alguns requisitos, lê-se numa reportagem publicada esta segunda-feira pela BBC News Brasil.

Os críticos da medida apelidaram-na de «MP da grilagem», afirmando que premeia quem leva a efeito a desflorestação, além de estimular a destruição de novas áreas de floresta. Por seu lado, o governo de Bolsonaro, que chama à iniciativa «MP da Regularização Fundiária», diz que, com ela, visa desburocratizar a concessão de títulos a agricultores «que produzem e ocupam terras da União de forma mansa e pacífica».

Terras públicas não destinadas

A Medida Provisória tem como alvo terras públicas não destinadas, ou seja, áreas que pertencem à União [Estado brasileiro], mas que ainda não tiveram uma função definida (por exemplo, tornarem-se parques nacionais ou reservas para proteger o modo de vida dos povos tradicionais).

Agronegócio domina regiões desmatadas e queimadas na Amazónia

Ler mais

A medida, que é válida para todo o Brasil, vai ter maior impacto na Amazónia Legal, uma região que engloba os nove estados onde há vegetações amazónicas e que concentra as terras públicas não designadas do país sul-americano. De acordo com o Ministério da Agricultura, na Amazónia, essas áreas somam cerca de 57 milhões de hectares (pouco mais do que o território da França).

A medida já entrou em vigor, mas, para não perder a validade, tem de ser aprovada pelo Congresso num prazo de 120 dias. De acordo com a fonte, a bancada ruralista apoia a iniciativa e está mobilizada em prol dessa aprovação.

«Grilagem» e desmatamento da Amazónia

De toda a área desmatada na Amazónia entre Agosto de 2018 e Julho de 2019, 35% são terras públicas não destinadas, segundo uma análise do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). A prática de desflorestar áreas públicas e falsificar documentos para simular a posse dos terrenos é conhecida como grilagem. Segundo a BBC News Brasil, o principal objectivo dos grileiros é vender as terras, lucrando com a valorização ocorrida após o desmatamento, uma vez que a área se torne apta para actividades agropecuárias. A pecuária é a actividade preferencial.

A grilagem é apontada como uma das maiores causas do desmatamento na Amazónia. «A prática alimenta o mercado ilegal de terras na região, gerando uma corrida incessante por novas áreas de floresta. Essas áreas são visadas por desmatadores na expectativa de que venham a ser regularizadas futuramente — o que de facto tem acontecido», destaca a reportagem.

Regularizações sucessivas

A medida de Bolsonaro não é a primeira a ser chamada «MP da grilagem»: em 2017, o então presidente Michel Temer assinou a Medida Provisória 759, que foi caracterizada pelos críticos da mesma forma. A iniciativa de Temer flexibilizava os critérios para a concessão de áreas públicas na Amazónia ocupadas até 2014. Tanto a MP 910, de Bolsonaro, como a MP 759, de Temer, são vistas como actualizações de uma iniciativa de 2009 do governo de Lula da Silva, a Medida Provisória 458, que deu origem ao Programa Terra Legal.

Desmatamento da Amazónia aumentou 103,7% em Novembro e bateu recorde

Ler mais

Então, Lula também disse ter como objectivo regularizar a posse de terra de pequenos agricultores na Amazónia. No entanto, o livro Dono é quem desmata: conexões entre grilagem e desmatamento no Sudoeste paraense, dos investigadores Mauricio Torres, Juan Doblas e Daniela Alarcon, apontou outros efeitos da iniciativa.

Segundo os autores, embora 90% do público-alvo do programa realmente ocupasse pequenas porções de terra, essas áreas correspondiam a apenas 19% do território coberto pela iniciativa, enquanto 63% das áreas ficariam nas mãos de 5,7% dos requerentes.

Premiar os grileiros, em prejuízo do erário público

Em declarações à BBC News Brasil, Paulo Moutinho, doutor em Ecologia e investigador do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), alertou que a medida de Bolsonaro premeia quem desmatou com o intuito de lucrar com a venda das terras. «Certamente há muitos pequenos produtores na Amazónia passíveis de regularização, mas há um contingente substancial de gente que grilou a terra e vai obter benefício do governo», frisou.

Apesar de o Ministério da Agricultura afirmar que a MP se destina «àqueles que produzem e ocupam a terra de forma mansa e pacífica há muitos anos e podem comprovar a sua permanência e trabalho no local», Moutinho denuncia que uma grande parte das áreas desflorestadas na Amazónia se destina actualmente à «especulação»: os responsáveis contratam pessoas para desmatá-las sem ter a pretensão de as ocupar, mas, sim, de as vender. «É uma lucratividade astronómica», disse.

Fumo dos incêndios na Amazónia espalhou-se pelo continente sul-americano

Ler mais

A MP é ainda alvo de crítica pela «perda de património público com as concessões dos títulos». Para tomar posse de áreas públicas desmatadas até 5 de Maio de 2014, os reclamantes devem pagar entre 10% a 50% da tabela de preços do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Já quem desmatou entre Maio de 2014 e Dezembro de 2018 deve pagar 100% do valor de tabela do Incra – que, ainda assim, é menos da metade do valor de mercado, segundo revela a advogada Brenda Brito, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Em Junho do ano passado, Brito publicou um artigo na revista científica Environmental Research Letters no qual mediu possíveis efeitos da lei 13.465, de 2017, que também versou sobre a ocupação de terras públicas e se baseou na MP 759, de Michel Temer. Brito calculou quanto dinheiro o governo deixaria de arrecadar se os descontos fossem aplicados à venda de todas as áreas públicas não destinadas que poderão ser privatizadas – áreas que, segundo a Câmara Técnica de Destinação e Regularização de Terras Públicas Federais na Amazônia Legal, somam 19,6 milhões de hectares, o equivalente ao estado do Paraná.

Segundo o estudo, a perda em receitas potenciais seria de até R$ 120,3 mil milhões – 43 vezes o orçamento aprovado para o Ministério do Meio Ambiente em 2019. Brito diz que, como a MP de Bolsonaro manteve os percentuais de desconto, o cálculo segue válido.

Copiado de:

MORO CHOROU QUANDO PENSOU QUE SERIA DEMITIDO e se humilhou pedindo segunda chance a Bolsonaro.

Home Matéria MORO CHOROU QUANDO PENSOU QUE SERIA DEMITIDO e se humilhou pedindo segunda…

4
0

O livro “O Governo Bolsonaro: crises intrigas e segredos”, da jornalista Thaís Oyama, vem trazendo relatos importantíssimos do jogo mesquinho de intrigas e apego ao poder, com episódios que são verdadeiras pérolas de novela mexicana e outros, que demonstram o tamanho da fraqueza moral e o apego ao poder de certos personagens da nova velha República. Uma dessas passagens, revelada pelo colunista Rovai, da Revista Fórum, é o símbolo de uma análise já realizada neste jornal, assim que o ex-super-juiz Sérgio Moro, resolveu abandonar o judiciário, para vestir o que melhor lhe cabe, a máscara de político.

Moro sabe que se for jogado no lixo, será trucidado pela mídia, pelos que defendem a democracia e pelo próprio STF, além de não ficar com nada. Sem proteção, sua única saída será debandar para os EUA e se tornar palestrante motivacional.

Oyama relatou em seu livro que Sérgio Moro ficou com os olhos cheios de lágrimas ao saber que seria demitido do Ministério da Justiça e o relato seria de uma deputada do PSL. Rovai confirmou a informação com a deputada, veja o que escreveu.

“No dia em que foi avisado por um dos ministros militares que seria demitido por Bolsonaro, Moro ficou atordoado. Calou-se por uns minutos, ficou olhando para o alto, como se tivesse perdido o chão, e ao voltar a encarar o interlocutor, lacrimejava.

A história, porém, não se encerra aqui. A mesma fonte dizia que nesta conversa, após discretamente enxugar os olhos, Moro pediu uma segunda chance. Usando exatamente este termo. E disse que se o presidente lhe permitisse, mudaria o comportamento.”

A citação humilhante é digna de quem sabe o tamanho do abismo que o espera ao fim de um governo terrível, como o de Bolsonaro. Mas, para Moro, tudo pode ficar pior antes mesmo do fim do mandato. Melancólico o fim do ex-super-juiz.

Copiado de:

 

Page 3 of 4804

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén