Praia de Xangri-Lá

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Aos aposentados da POLÍCIA JUDICIÁRIA

 

Aos colegas da POLÍCIA JUDUCIÁRIA que já estão aposentados assim como eu lembro que se caírem na conversa desse desgoverno desse serrano piadista sem a menor graça estarão CONTRIBUINDO à campanha dele pela REELEIÇÃO o que seria um desastre ao nosso Estado.

Ele tem sede de PODER e ao lado do tal Britto lá em 1988 começaram a destruir o Estado pela CEEE que endividada foi fatiada em três partes, duas das quais vendidas então por UM BILHÃO E MEIO DE REAIS. Tais valores diziam seria destinado a quitar as dívidas da empresa entregando-a em perfeitas condições a quem vencesse a eleição.

Perderam e o dinheiro foi então distribuído a Prefeitos amigos e a CEEE entregue ao sucessor literalmente falida. Pouco tempo depois em outro Governo desse mesmo partido familiar do Governador fez mágica sumindo com CEM MILHÕES DE DÓLARES. O autor do ‘imbróglio’ suicidou-se.

Por favor, não caiam na conversa fiada desse gringo indo trabalhar para esse desgoverno e por uma miséria como ele propõe.

 

A violência pré-banalizada

OPINIÃO/COLUNAS

Manoel Hygino / 15/06/2018 – 06h00

O escritor Emanuel Medeiros Vieira, nascido em Santa Catarina, caminhante pelo Brasil e fora dele, reside agora, novamente, em Brasília, onde goza de simpatia e bom relacionamento. Vai enfrentando, estoicamente, o câncer que só consegue vencê-lo em determinados momentos do dia, impedindo-o de dedicar-se à missão: escrever.

Não desanima, e seus textos e poesias valeram-lhe indicação pela Associação Internacional de Escritores e Artistas, IWA, ao Nobel de Literatura, sobre o que falarei proximamente. Enquanto fluem os dias, dolorosos para Emanuel, ele faz reflexões e lembra os anos de chumbo, quando preso e torturado pela revolução ou ditadura militar.

Em fevereiro último, em bom instante de saúde, Emanuel me encaminhou e-mail sobre a Campanha da Fraternidade 2018, promovida pela Conferência dos Bispos do Brasil, com temas “Fraternidade e Superação da Violência” e “Vós sois todos irmãos”. Na oportunidade, o presidente da entidade, cardeal Sérgio da Rocha, de Brasília, afirmou: “os grupos sociais vulneráveis são as maiores vítimas da violência”.

O alto dignitário ressaltou que as várias formas de violência no Brasil são praticadas contra os negros, os jovens e as mulheres, mas descreveu também que “a corrupção é uma forma de violência e ela mata”. “Ao desviar recursos que deveriam ser usados em favor da população, os políticos acabam promovendo uma outra forma de violência contra o ser humano, a miséria”, embora o escritor enfatize que não somente eles (políticos) são responsáveis.

Concorda com Dom Sérgio, que acentuou ser “um equívoco achar que superaremos a violência, recorrendo a mais violência”. Na oportunidade, Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, catarinense de Brusque, apelou: “vamos trabalhar para que a cultura da paz prevaleça e a gente viva num mundo onde, ao menos, haja respeito mútuo”.

O poeta comentou: “o que acaba com a autoestima de um povo é a falta de conhecimento e ignorância”. Além da falta de fibra, “essa carência de solidariedade, essa obsessão por engenhocas eletrônicas, sem nenhum controle do instinto (já está em Freud: “a violência: inata do ser humano só pode ser coibida pela lei”).

Quase finalizando: “a violência banalizada em todos os lugares, nas escolas, o império do tráfico, a falência e comunicação entre pais e filhos, o sonho de ser modelo ou atriz, vai gerando uma sociedade de sonâmbulos morais”.

Sente-se ainda prisioneiro na cadeira de tortura, em que havia um crucifixo na parede. O militar sem farda o olha e aconselha: “pede para Ele; Ele te salvará?”, perguntou, num sorriso cínico. Cristo quieto na cruz. O homem musculoso ligou a máquina: gritos, mais gritos, só gritos. O minuto parecia uma hora, ou a eternidade toda. O Crucificado em silêncio. Um guarda no térreo berrou eufórico: “gol do Corinthians”. O Doi-Codi era no bairro chamado Paraíso.

Introduzido no carro para transferência. Os agentes gritavam, “saiam da frente, são terroristas”, e as pessoas olhavam horrorizadas. Um agente disse: “não temos nada contra vocês. Se a revolução de vocês ganharem, pagando bem, a gente bate também naqueles que vocês mandarem.
O Crucificado? Perdi-o de vista. Talvez esteja numa igreja velha”.

Juíza denuncia promotora de Marituba à Corregedoria do Ministério Público do Pará no caso da megalixeira Solvi

domingo, 17 de junho de 2018

A juíza Tarsila Maria Souza de Campos, titular da vara criminal de Marituba, encaminhou denúncia à Corregedoria do Ministério Público do Pará e ao Conselho Nacional do Ministério Público para apurar omissão na conduta funcional da promotora Marcela Christine Ferreira de Melo no processo que corre na comarca acerca de prática de crime ambiental, com infração à lei nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais), praticadas pelas empresas Revita Engenharia S/A e Vega Valorização de Resíduos Ltda que, juntamente com a Guamá Tratamento de Resíduos Ltda, gerenciam o aterro sanitário de Marituba. Todas essas empresas pertencem ao grupo megalixeiro Solvi, do megalixeiro Carlos Leal Villa. Ele teve sua prisão pedida em dezembro do ano passado, mas essa juíza Tarsila Maria Souza de Campos negou o pedido.
Em conversas telefônicas interceptadas pela Justiça no processo, aparecem servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e de ocupantes de cargos no Ministério Público que, segundo a magistrada, teriam informado representantes da empresa Guamá Tratamento e Resíduos antecipadamente sobre diligências surpresa do Ministério Público ao local. Com a informação privilegiada, a empresa teve como realizar uma “maquiagem” para adequações e correção de irregularidades ambientais. De posse das informações, a magistrada de Marituba narra na sua decisão que comunicou o vazamento de informações sigilosas a Marcela Christine e indagou à promotora quem no Ministério Público teria conhecimento dos fatos e que poderia ter feito o vazamento. A promotora apontou os nomes e afirmou que tomaria “as medidas cabíveis com relação aos ilícitos” praticados pelos servidores da Semas e do próprio Ministério Público.
“Todavia, os mesmos (suspeitos) não constam como denunciados nos autos do processo decorrente da interceptação citada, nem em outra ação penal, nem sequer foi proposta qualquer investigação em desfavor dos mesmos”, disse Tarsila Souza, que também afirma que ilícitos envolvendo outras pessoas ligadas a órgãos do Governo do Estado e sendo investigados em outros municípios, como Marabá e Santarém, que aparecem nas interceptações, e que não detêm foro privilegiado, e que têm estreita relação com os acusados, também não foram denunciados pela promotora, apesar da cobrança feita pelo juízo.
A decisão da juíza criminal de Marituba ocorreu em resposta ao pedido de sua suspeição nesse processo, arguido pela promotora Marcela Christine Ferreira de Melo, após uma visita de Tarsila Campos feita no último dia 19 de janeiro a Lucas Rodrigues Feltre, diretor administrativo e financeiro das empresas Revita Engenharia S.A e Vega Valorização de Resíduos Ltda., no complexo prisional de de Americano, onde ele estava preso desde dezembro.
Ao rejeitar o pedido de suspeição em decisão datada do último dia 2, a magistrada afirma que realizou a visita para avaliar as condições do cárcere de Lucas Feltre após receber relatos dos advogados dando conta que o preso não estava se alimentando e que estava fragilizado e abatido. No pedido de suspeição, a promotora alegou que a conduta da magistrada seria suspeita por não ter comunicado a visita previamente ao Ministério Público.
A juíza argumentou que não necessita de autorização, nem dar ciência ou fazer qualquer outro tipo de comunicação ao Ministério Público ou a Corregedoria de Justiça da Região Metropolitana para requisitar um custodiado a uma audiência ou entrevista pessoal e reservada no local onde se encontra preso, “assim como não goza de amparo legal a assertiva do Ministério Público de que deveria ter ciência de tal visita previamente”, refutando qualquer circunstância de clandestinidade a seu ato.

Ainda segundo a magistrada, considerando também que a promotora Marcela Christine Ferreira de Melo não fez qualquer apuração dos fatos relacionados aos delitos praticados por servidores do Ministério Público e da Semas referente ao vazamento de informações sigilosas decorrentes do processo, determinou que cópias dos autos relacionados a esses fatos devem ser encaminhadas para a Corregedoria do Ministério Público e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) “para as providências que o caso requer”.

A magistrada acusa a promotora de ter deixado de apurar os fatos relacionados aos delitos praticados por tres pessoas do quadro do próprio Ministério Público e da Semas referente à divulgação de informações reservadas, configurando ato ilícito previsto no artigo 153, §1º-A (Divulgar, sem justa causa, informações sigilosas ou reservadas, assim definidas em lei, contidas ou não nos sistemas de informações ou banco de dados da Administração Pública).
O Ministério Público do Pará reagiu à iniciativa da juíza lançando a seguinte nota oficial:

Em referência às matérias noticiadas na imprensa em que juíza de direito TARCILA MARIA SOUZA DE CAMPOS acusa a Promotora de Justiça MARCELA CHRISTINE FERREIRA DE MELO de prevaricação por não ter oferecido denúncia contra servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), nos autos da ação penal que tem por objetivo o processo referente a crimes ambientais cometidos no aterro de Marituba, o MPPA, em direito de resposta, vem apresentar as seguintes informações:
A Promotora de Justiça MARCELA CHRISTINE FERREIRA DE MELO passou a responder por uma das Promotorias Criminais de Marituba em maio de 2017 e desde então ajuizou quatro denúncias criminais, que deram origem a quatro processos para imputar responsabilidade criminal aos autores de diversos crimes ambientais praticados no âmbito do aterro de Marituba; participou da investigação presidida pela Delegacia de Meio Ambiente (Dema), que culminou com a deflagração da Operação Gramacho, com a prisão preventiva de três acusados pelos crimes ambientais (LUCAS DANTAS, DIEGO NICOLLETI e LUCAS FELTRE), diversas buscas e apreensões de documentos e equipamentos de informática, o efetivo bloqueio de cerca de R$ 18.000.000,00 (dezoito milhões de reais) para a realização de obras emergenciais necessárias para mitigar os danos ambientais praticados pelos réus, a proibição de as empresas rés de contratarem como poder público, dentre outras medidas adotadas pela Promotora de Justiça, necessárias para salvaguardar a sociedade de Marituba.
Além disso, por ocasião do oferecimento da quarta denúncia, protocolada em 12/01/2018, em que teve que analisar 23 volumes de Inquérito Policial para chegar à autoria dos crimes ambientais, em apenas cinco dias, prazo este determinado por lei em face de alguns dos acusados estarem presos, a Promotora de Justiça MARCELA CHRISTINE FERREIRA DE MELO informou que haviam muitos outros fatos e pessoas a serem investigados, mas em razão do número de réus, da complexidade dos fatos e da extensão do processo, com base no art. 80 do Código de Processo Penal, iria proceder, investigar e/ou denunciar em apartado, requisitando o processo posteriormente para a análise de provas e apuração de fatos ilícitos, bem como responsabilização de quaisquer envolvidos.
Em 18/01/2018, foi realizada audiência, presidida pela magistrada TARCILA DE CAMPOS, para tratar de medidas emergenciais a serem implementadas no aterro. Nesta ocasião, a mesma também publicou decisão deferindo a liberdade provisória a dois dos réus, LUCAS DANTAS e DIEGO NICOLLETI, e INDEFERINDO a soltura de LUCAS FELTRE, tendo ido até a carceragem falar pessoalmente com os réus, comunicando-lhes a decisão e conversando com os mesmos de forma reservada, sem chama-los à sala de audiência. No dia seguinte, dia 19/01/2018, a defesa de LUCAS FELTRE, o único que permaneceu preso, ingressou novamente com pedido de revogação da prisão, sendo que o mesmo não foi apreciado, pois a juíza TARCILA CAMPOS licenciou-se na manhã deste dia, estando respondendo pela vara criminal o juiz HOMERO LAMARÃO.
No final de semana, de forma extrajudicial, os Promotores de Justiça criminais de Marituba tomaram conhecimento de que a magistrada TARCILA CAMPOS havia, no dia 19/01/2018, ido até o Presídio Anastácio das Neves “visitar” o preso LUCAS FELTRE, sem justificativa legal ou regulamentar alguma, de forma reservada, sem comunicar as partes do processo, permanecendo com o réu cerca de 1:30h (uma hora e meia), conforme registro da Casa Penal, causando estranheza a todos os integrantes do Ministério Público, visto que 1) a juíza não possui atribuição de execução penal, com dever de visita carcerária; 2) estava licenciada, já que havia pleiteado licença médica neste dia, havendo outro juiz respondendo pela vara criminal; 3) haver a defesa requerido a revogação da prisão do réu visitado pela juíza neste mesmo dia; 4) não ter sido citado pela defesa, na audiência do dia anterior, qualquer ato ou fato que justificasse tal visita, tal como maus tratos ao preso, nem ter sido protocolado expediente neste sentido; 5) o fato de ser um réu que possui alto poder político e econômico, e por fim 6) em todo o tempo que esteve em Marituba não se tem notícia de que a magistrada realizou a visita a presos, à exceção deste caso.
Em razão dos fatos descritos acima o MPPA, como fiscal do ordenamento jurídico, com a assinatura de três Promotores Criminais, requereram, em fevereiro de 2018, a suspeição de TARCILA CAMPOS nos processos do aterro de Marituba, que tem como um dos réus o preso LUCAS FELTRE, visitado pela magistrada. Em face do pedido de suspeição, foram remetidas informações dos fatos à Procuradoria-Geral de Justiça, que por meio do Procurador-Geral representou contra a magistrada na Corregedoria do Tribunal de Justiça para que se apure conduta ilícita e incompatível com o exercício da magistratura e esclareça os motivos pelos quais, de forma suspeita, realizou a visita a um dos réus nos processos do aterro.
Em paralelo, aguardava-se o processo, laudos e material apreendido na operação Gramacho para análise e possível instauração de procedimentos e/ou denúncias contra outras pessoas, e à medida em que parte do material foi chegando, os trabalhos foram sendo encaminhados, tais como ocorreu em março, em que foi requerido o declínio de competência do processo nº 0006409-24.2017.8.14.0133 para o Supremo Tribunal Federal (STF), em razão de provas que indicam a possível autoria e/ou participação de crimes cometidos por pessoa que possuía foro por prerrogativa de função, para que se fosse o caso, e se assim decidir a Corte Suprema, fossem os autos remetidos à Procuradoria-Geral da República.
Neste período, terceira pessoa que possui foro por prerrogativa de função e não é parte no processo, impetrou mandado de segurança requerendo a suspensão de todos os processos do aterro. O desembargador concedeu em parte a segurança, determinando a suspensão liminar de uma das ações, a última ajuizada pelo MPPA, na qual estão vinculadas as medidas cautelares de interceptação telefônica e da qual foi requerida a remessa para o STF.
Em razão de necessitar-se dos autos desta ação para analisar a autoria e materialidade e instaurar outros procedimentos investigatórios, requereu-se vistas dos autos, o que foi dificultado, em virtude de que primeiramente a vara criminal remeteu os processos sem os 23 anexos de provas, e depois argumentava que não poderia conceder vistas pois o processo estava no gabinete da magistrada TARCILA DE CAMPOS, tendo sido necessário formalizar através de protocolo pedido de vistas no dia 12/04/2018, tendo o processo ingressado no MPPA em 16/04/2018, onde permanece até hoje para a análise dos documentos, instauração de procedimentos anexos acaso haja indício de prática criminosa e apuração de seus autores, com o cotejo dos materiais apreendidos na Operação Gramacho que chegaram à Promotoria de Justiça de Marituba em 20/02/2018, e algumas perícias remetidas em final de abril de 2018.
Portanto, a despeito do que refere a magistrada em reportagem na imprensa, as investigações continuam, e devem continuar, pois existem muitos fatos a serem devidamente apurados e seus autores responsabilizados, como os citados pela magistrada, que antecipou as investigações, podendo inclusive vir a interferir de forma negativa nas mesmas, prejudicando-as, e em outros fatos a serem apurados. Imprescindível destacar que com relação à servidora do MPPA suspeita de repassar informações privilegiadas, a Promotora de Justiça comunicou o fato em reunião com a Procuradoria-Geral de Justiça e Centro de Apoio Operacional de Meio Ambiente do MPPA, que imediatamente a exoneraram do cargo de assessoria, antes mesmo do aguardo da remessa do processo criminal, demonstrando que não houve omissão por parte da Promotora de Justiça.
A conduta da juíza TARCILA DE CAMPOS foi incompatível com o exercício da magistratura, antecipando dados que deveriam ser abordados durante as investigações, e ainda imputando falsamente crime à Promotora de Justiça, o que terá consequências em razão desta prática ilegal da magistrada, que, utilizando-se do sistema de justiça, inclusive de informações privilegiadas em razão do cargo que exerce, tenta realizar vingança privada por ter sido representada pelo Ministério Público e estar respondendo a procedimento correcional, bem como a outros de natureza disciplinar, por diversas violações aos deveres de seu cargo.
Deste modo, o Ministério Público, por meio da Promotora de Justiça MARCELA CHRISTINE FERREIRA DE MELO, informa que todos os fatos em que hajam indícios de crime e autoria, constantes nos autos dos 27 volumes de processo, que estão em poder do Ministério Público para análise, serão devidamente investigados por meio de procedimentos e/ou em caso de presença dos requisitos necessários para a denúncia, serão devidamente denunciados à Justiça, atuando como vem fazendo desde o início em que passou a acompanhar os crimes praticados no aterro.
Com relação à conduta da magistrada TARCILA MARIA SOUZA DE CAMPOS, serão adotadas todas as providências em níveis correcional, criminal e cível, e, inclusive, se insistirá no pedido de suspeição da mesma, agora com muito mais embasamento, junto ao Tribunal de Justiça do Estado. Quanto às supostas representações que a magistrada afirma ter ingressado contra a Promotora de Justiça na Corregedoria do MPPA e do Conselho Nacional do Ministério Público, esta afirma que sequer tomou conhecimento da existência de quaisquer delas, mas, ciente do trabalho que vem desempenhando, estará pronta a responder a mesmas.
Copiado de:   https://poncheverde.blogspot.com/2018/06/juiza-denuncia-promotora-de-marituba.html?spref=fb

Alceu Moreira é protagonista de áudio polêmico

Esse deputado é o criador do líder do gringo caloteiro na AL de nosso Estado. Esse partido desde 1988 vem destruindo nosso Estado e foi lá naquele ano que eles decidiram DETONAR a SEGURANÇA PÚBLICA criando o famigerado PLANO DE DEMISSÕES VOLUNTÁRIAS e que levou muitos colegas meus a deixarem a POLÍCIA JUDICIÁRIA com os bolsos cheios de dinheiro indo advogar. Até na guarda estadual, aquela polícia de quarteirão, a dos ‘coroné’ também ocorreu debandada. Precisamos nos livrar deles todos em outubro para o bem nosso, de nossas famílias e do próprio Estado.

O Editor

RIO GRANDE DO SUL

Em gravação que circula na internet, o deputado dá a entender que pretende usar verba da saúde para reformar sede da associação dos caminhoneiros

Pegou mal para Alceu Moreira (MDB) o áudio que circula no WhatsApp no qual revela acerto para transferir parte da verba da saúde para reforma da sede da Associação dos Caminhoneiros em Santo Antônio da Patrulha. Conforme o parlamentar, a gravação, tirada de entrevista à rádio Itapuí, foi mal interpretada e divulgada com má intenção por adversários políticos.

Alceu explicou que o valor de R$ 240 mil destinado por emenda à saúde da cidade deverá desafogar os cofres da prefeitura, que assim ficaria capacitada para realizar as reformas na sede da entidade.

O presidente da OAB-RS, Ricardo Breier, recebeu o áudio na manhã deste domingo (17) e classificou como “grave” a revelação feita por Alceu Moreira. Na próxima semana, Breier promete pedir informações sobre a prestação de contas ao Tribunal de Contas e ir até o Ministério Público Federal informar o acontecimento.

— Vou receber oficialmente os áudios amanhã (segunda-feira) e vamos fazer um ofício para ver se o município recebeu esse dinheiro e para onde foi —disse Breier à coluna.

Ouça o áudio que circula na internet:

Programa completo:

Declaração do prefeito de Santo Antônio da Patrulha, Daiçon Maciel, sobre o áudio:

Copiado de:  https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/rosane-de-oliveira/noticia/2018/06/alceu-moreira-e-protagonista-de-audio-polemico-cjijbbp130dyw01pag5nkfne4.html

Fiquei feliz com o resultado do ‘chogo’ da Seleção da Globo

 

 

Nossos cães estão tendo um final de tarde em paz sem os malditos fogos de artifício que o desgraçado do Marco Pólo foi buscar lá na China, pois o Ocidente até então desconhecia essa porcaria. Já faz muito tempo, mas sendo eu uma múmia lembro muito bem disto.

Feliz também por que por certo muitos idiotas se a Seleção da GLOBO houvesse vencido perderiam dedos e até mesmo mãos como costuma ocorrer em tais eventos.

Fiquei feliz também por que por certo aquele velho cretino que com o golpe assumiu a Presidência da República e desde então vem enterrando nosso país diante de uma sociedade que ainda não despertou, pois em caso de eventual vitória por certo seria usada pelo tal velho para deitar falação na TV como costuma fazer.

Quando aquele jovem ‘belo’ e que hoje deve ter passado algumas horas no Instituto de Beleza cuidando de sua cabeleira para certamente além de se apresentar em campo assim como para agradar aquela jovem ‘atora’ da Globo que corre à concentração da CBF desde a Copa anterior levando rosas para dividir a cama com ele, entrou em campo fiquei ainda mais convencido de que o resultado não seria o esperado dentro das quatro linhas por que ali a Globo ainda não manda e vale uma lei, a tal Internacional Board com apenas dezessete artigos nos quais define tudo o que deve ser observado dentro do campo de jogo.

Outra coisa que me irrita e não consigo compreender por que assim agem narradores de ludopédio

 

 

Tão logo a bola rola no meio do campo ao início do jogo e até o fim do mesmo esses narradores a cada momento de emoção dos torcedores no estádio GRITAM como se fossem débeis mentais tentando emocionar aos que assistem ao jogo na TV.

Quanto tínhamos tão somente a cobertura desse e de outros esportes por ondas de rádio tal era aceitável, mas hoje quando vemos o mesmo que eles por que gritam correndo o risco de colocarem as hemorróidas para fora.

Idiotice? Penso que sim e o que dizem os leitores?

 

A emissora de TV mais ‘chinelo’ nesse país é a Globo  

 

Com exclusividade da transmissão dos jogos da Copa do Mundo ora em realização o intragável Galvão Bueno com mentalidade idiota apresenta com satisfação o HINO NACIONAL ‘executado’ pelo tal Olodum. Um bando batendo tambores. Coisa própria da cultura africana que não é nossa cultura.

Recentemente tivemos uma competição dessas como a Copa do Mundo e na abertura o HINO NACIONAL foi executado por um Mané qualquer com um violãozinho.

Porra! Vocês não têm respeito pelos que pensam e muito menos sensibilidade. Deveriam sim ter apresentado o HINO NACIONAL executado pela Banda dos Fuzileiros Navais de nossa MARINHA obviamente.

Quando a burrice se soma a estupidez temos televisão ao nível dessa merda, a tal Globo.

 

Mundial de ludopédio na Rússia repleto de surpresas até agora

 

 

Galvão Bueno o bobo que se imagina o supra-sumo disse agora, no ar: Alemanha perde DO México. E há muitos, mas muitos mesmo que o julgam extraordinário narrador.  Para mim mais um chato da Globo.

O equilíbrio até o momento tem sido o destaque.

Até agora ninguém ingressou em campo com o jogo ganho, pois o medo penso tenha sido deixado de lado e todos encaram a todos sabendo que podem tanto ser derrotados como saírem vencedores ao final dos noventa minutos regulamentares no campo de jogo.

 

Tiroteio em festival de música deixa 20 feridos e 1 morto nos EUA

E em nosso país milhões de idiotizados pela podre por que corrupta e $onegadora Rede Globo e suas não menos de$one$tas repetidoras pensam ser aquilo lá o paraíso em nosso planeta. Que migrem para lá todos eles e assim teremos menos lixo em nosso meio.

O Editor

Ocorrência foi registrada na cidade de Trenton, em Nova Jersey

Tiroteiro em festival de música deixa 20 feridos e 1 morto nos EUA
Notícias ao Minuto Brasil

HÁ 38 MINS POR FOLHAPRESS

MUNDO NOVA JERSEY

Segundo informações das autoridades locais, dois suspeitos abriram fogo durante o festival. Um dos atiradores, um homem de 33 anos morreu. O segundo foi detido pela polícia.

O promotor do condado de Mercer, Angelo Onofri, diz que ao menos 16 dos 20 feridos receberam atendimento médico. Quatro deles, incluindo uma criança de 13 anos, estão em estado crítico.

Até o momento não foi divulgado os motivos que levaram ao tiroteio. A polícia também não divulgou a identidade dos suspeitos.O evento, que tinha começado no sábado à tarde, seria encerrado neste domingo (17). Com informações da Folhapress

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/608969/tiroteiro-em-festival-de-musica-deixa-20-feridos-e-1-morto-nos-eua?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=608969

TJ condena desembargador Eduardo Gallo à aposentadoria compulsória

 

JUDICIÁRIO CATARINENSE

15/06/2018– 19h17min

  –  Atualizada em 15/06/2018– 19h18min
TJ condena desembargador Eduardo Gallo à aposentadoria compulsória  TJSC / Arquivo/Arquivo

Eduardo Mattos Gallo Júnior

Foto: TJSC / Arquivo / Arquivo

Por 16 votos a 8, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ/SC) condenou o desembargador Eduardo Mattos Gallo Júnior à aposentadoria compulsória, penalidade máxima prevista na Lei da Organização da Magistratura Nacional (Loman) – criada em 1979 e incorporada pela Constituição de 1988 – para desvios de caráter administrativo. A sentença contra o magistrado foi proferida após mais de seis horas de julgamento em sessão extraordinária ocorrida nesta sexta-feira, no Fórum de Florianópolis.

Apesar da punição, Gallo seguirá recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de atuação com a toga, em seu caso de 26 anos de magistratura. A decisão, por maioria de votos, será aplicada de forma imediata. O processo administrativo disciplinar, no âmbito do Tribunal de Justiça catarinense, está encerrado.

No julgamento de hoje, Gallo respondia por quatro infrações – desde violência doméstica até assessoria jurídica de partes – que, no conjunto, foram considerados comportamentos antiéticos e violadores dos princípios do decoro. Não estava em análise pelos magistrados o caso em que Gallo foi acusado pelo advogado Felisberto Córdova, em agosto do ano passado, de supostamente ter pedido propina para vender seu voto em um processo que ambos atuavam. Outro processo administrativo disciplinar para tratar da denúncia do advogado segue em trâmite no TJ, mas deve perder o objeto devido à punição máxima na tarde desta sexta.

O voto do desembargador Newton Trisotto, relator da matéria, durou cerca de duas horas e abordou de forma minuciosa todos os acontecimentos para concluir pela pena máxima – na lei da magistratura. Sua posição, seguida de forma majoritária pelos pares (16 a 8), foi de que o magistrado não teria mais a confiança da sociedade para continuar na função de julgador. Com 26 anos de carreira, Gallo já estava afastado de suas funções nos últimos seis meses, enquanto aguardava a conclusão da instrução processual e o julgamento.

O Ministério Público, se entender que tais fatos constituem mais que infrações administrativas, poderá promover ação para apurar eventual cometimento de ilícitos penais, com a possibilidade do magistrado inclusive perder seu cargo público. Nesta sexta-feira, o MP não soube responder se já há no órgão alguma ação contra Gallo Júnior.

Contraponto

O advogado Nilton Macedo Machado, que representa o desembargador Gallo Júnior, destacou que a decisão não foi unânime, mas em maioria, o que aumento as possibilidades de eventuais recursos da defesa. Machado, porém, vai aguardar a publicação do acordão do julgamento para então decidir com seu cliente se vão recorrer e quais os recursos poderão ser usados pela defesa.

Copiado de:   http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2018/06/tj-condena-desembargador-eduardo-gallo-a-aposentadoria-compulsoria-10377010.html

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