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O Rio Grande precisa do gás! (por Vicente Rauber)

“A Sulgás possui, desde o seu início um crescimento constante de suas redes, tendo aumentado em 5% em 2018, chegando a 1.145,5 km”. (Foto: Divulgação/Governo do RS)

Vicente Rauber (*)

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.”
Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda de Hitler.

“A SULGÁS é deficitária e não tem condições de realizar os investimentos necessários”! Quantas vezes já ouvimos esta frase, dita e repetida pelos defensores da privatização ou federalização da empresa. No último fim-de-semana (12/13/14-4-19) a Direção da Empresa publicou no Jornal do Comércio o Relatório de Gestão e Balanço do exercício de 2018. Vamos a alguns dos aspectos centrais:

– Lucro Líquido do exercício: R$ 73 milhões (R$ 72 milhões em 2017);

– Ativo/passivo (porte da empresa): R$ 376 milhões, tendo um Patrimônio Líquido (Total de direitos menos total de obrigações) de R$ 177 milhões e reservas acumuladas de lucro de R$ 46 milhões;

Endividamento: R$ 17 milhões no curto prazo (com vencimento em 2019) e R$ 33 milhões no longo prazo (com vencimentos após 2019), num total de R$ 50 milhões;

– Liquidez: 3,54, ou seja, para cada Real que a empresa deve, há sustentação de 3,54 Reais de Patrimônio Líquido. Considerando este indicador e considerando que a empresa opera com um produto rentável de grande utilidade e demanda reprimida, tendo amplo espaço para expandir-se, qual o banco que negará empréstimos para obras futuras?

– O Lucro líquido do exercício (R$ 73 milhões) representa 41% do Patrimônio Líquido e 19% do Patrimônio Total.

Numa análise completamente simplificada podemos dizer que, caso os sócios tivessem que aportar os recursos para constituir novamente a empresa no seu todo, recuperariam o capital empregado em aproximadamente 5 anos. Qual empresa que possui este desempenho?

Portanto o argumento usado para vender/federalizar a empresa é fake! Podem usar e assumir outros argumentos como, por exemplo, dizer que o “estado não deve participar de atividades econômicas, ainda que estas sejam estratégicas”.

Quem afirma ser a SULGÁS deficitária e ineficiente, certamente não só não conhece a situação da empresa, como desconhece a situação brasileira e gaúcha do GN – Gás Natural -, cuja distribuição é prerrogativa dos estados em suas respectivas áreas. No caso do RS a concessionária deste serviço é a SULGÁS, empresa de ações de capital fechado, tendo o Estado 51% e a Petrobras 49% das mesmas.

Mas é necessário que o GN chegue aos estados para a sua distribuição. Quando o Brasil praticamente dispunha somente do gás boliviano – 30 milhões de m³/dia – vinha para os estados do sul – Pr, SC e RS – 8 milhões de m³/dia. Registre-se que esta é a capacidade (já esgotada) do ramo Sul do Gasbol (Gasoduto Bolívia-Brasil). Hoje, graças ao Pré-Sal, a produção própria pode alcançar algo em torno de 70 milhões de m³/dia, além da possibilidade de importação através de duas estações de GNL (Gás Natural Liquefeito), no RJ e Ba. Ou seja, o País dispõe da possibilidade de oferta de mais de 100 milhões de m³/dia. E quanto GN é destinado aos três estados do sul? Os mesmos 8 milhões de m³/dia!

Então, esta é a questão central a ser resolvida, para o que há necessidade de mobilização muito maior do Governo do Estado e da sociedade gaúcha. Pode ser resolvido através de uma estação de GNL (gás mais caro), um novo gasoduto, no caso a implantação entre SP e RS do “Gasoduto do Chimarrâo” e ainda a produção própria através de biodigestores, tanto no meio rural como urbano. A SULGÁS conhece estes projetos e poderá ser importante instrumento para auxiliar na viabilização de sua implantação. De pouco adianta a empresa acelerar a implantação de redes internas no Estado se não temos GN para distribuir!!!

Mesmo com toda esta restrição de disponibilidade do GN, a SULGÁS possui, desde o seu início um crescimento constante de suas redes, tendo aumentado em 5% em 2018, chegando a 1.145,5 km. A quantidade de clientes, ainda muito pequena em decorrência da pouca disponibilidade de GN, também tem crescimento, alcançando 48.835 residenciais, 1.043 comerciais e 149 industriais.

A questão central nem é a gestão da empresa; se ela não fosse boa, teria que ser assim tornada, como é obrigação de qualquer serviço público. O GN é o melhor combustível do planeta, sua poluição no uso é muito pequena, sendo um excelente substituto do óleo combustível e outros derivados de petróleo, lenha, carvão mineral e uso (inadequado) da eletricidade para aquecimento de água e outros. Também é matéria prima e combustível na indústria petroquímica. Quem possui desenvolve-se muito mais e promove mais qualidade de vida. É estratégico em qualquer modelo de desenvolvimento.

Aliás, a energia é estratégica para todos os países; não por acaso motivo de renhidas disputas e guerras.

Por sua vez, eletricidade é a grande alternativa energética do presente e do futuro! Imagine-se todos – ou grande parte – dos veículos locomovendo-se com motores elétricos, zero efluentes e muito pouco ruído. Cidades com muito pouca poluição e praticamente sem ruído de veículos, será uma das maiores conquistas da atual era, a natureza e a vida agradecerão!

Já, o carvão mineral é e continuará sendo a principal reserva energética do planeta (maior que o petróleo). É a principal fonte primária da produção de energia elétrica no mundo, em torno de 38%, dominante na China e Europa. Hoje, em qualquer parte do mundo realiza-se sua mineração e uso de forma sustentável, com pouco impacto ambiental. Isto acontece muito pouco aqui no RS, justamente onde localizam-se 90% das reservas do Brasil. Este é o real problema que temos a enfrentar e ter como instrumento uma CRM fortalecida e ampliada é essencial.

Portanto, a energia, em suas diferentes modalidades, é completamente estratégica política, econômica e socialmente, e, como tal, deve ter controle público.

(*) Ex-Conselheiro de Administração da SULGAS, CEEE, CGTEE, ONS, ASMAE; Ex- Presidente da CEEE, Ex-Diretor da Petrobras/Refap e Ex-Consultor da Petrobras/INNOVA, especialista em gestão e planejamento energético e ambiental.

 

Copiado de:   https://www.sul21.com.br/opiniaopublica/2019/04/o-rio-grande-precisa-do-gas-por-vicente-rauber/

Moro relembra regime militar e recebe protestos populares com tropas nas ruas

Ação foi solicitada pelo Gabinete de Segurança Institucional, com o argumento de ‘desencorajar violência em atos’. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Da RBA

O ministro da Justiça, Sergio Moro, convocou, nesta quarta-feira (17), a Força Nacional de Segurança na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes, em Brasília, por 33 dias. A medida, anunciada no Diário Oficial da União, foi tomada após as manifestações marcadas para as próximas semanas, entre elas, a marcha dos indígenas.

A ação foi solicitada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), comandado pelo general Augusto Heleno. De acordo com Heleno, a medida é para “desencorajar violência em atos”. Historicamente, a presença de tropas nas ruas – comum durante o regime militar que não admitia oposição – tem a finalidade de desencorajar os atos propriamente ditos.

Na próxima semana, entre os dias 24 e 26, está marcada uma marcha na capital federal como parte do Acampamento Terra Livre, contra o desmonte feito na Funai pelo governo Jair Bolsonaro e os retrocessos das políticas voltadas aos povos tradicionais.

No dia 1º de maio, ainda durante o período de ocupação da Força Nacional, também está marcado um ato de trabalhadores em Brasília, contra a “reforma” da Previdência e em defesa da aposentadoria.

Psol já apresentou projeto de Decreto Legislativo que pede a suspensão da Portaria 441, publicada por Sérgio Moro. “A portaria não apresenta nenhuma justificativa para o ato. Para o Psol, a portaria de Moro é uma clara tentativa de cercear a liberdade de manifestação, constituindo um grave ataque à democracia”, diz o partido, em nota.

O deputado estadual Luis Henrique Fontana (PT-RS) disse que atitude do governo é muito grave. “Qual justificativa do Sergio Moro para autorizar o uso da Força Nacional em manifestações na Esplana dadurante os próximos 33 dias? Medo de manifestações contra a reforma da Previdência? É inaceitável o estado de exceção que estamos vivendo no Brasil”, publicou na rede social.

Copiado de:  https://www.sul21.com.br/ultimas-noticias/politica/2019/04/moro-relembra-regime-militar-e-recebe-protestos-populares-com-tropas-nas-ruas/

Flávio Dino condena ameaças e coações contra o Judiciário

O governador maranhense usou sua conta do Twitter no início da noite desta terça-feira (16) para comentar a polêmica em torno de um inquérito aberto pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli. O ministro investiga supostas fake news e ofensas contra integrantes da Corte.

A procuradora-geral da República, Rachel Dodge, pediu o arquivamento do inquérito. O ministro Alexandre de Moraes, no entanto, indeferiu.

“1) Ministro do Supremo pode determinar instauração de Inquérito. 2) O Inquérito poderá ou não se transformar em ação penal, a critério do Ministério Público ou mediante ação penal privada subsidiária (art 5º, LIX, Constituição) 3) PGR não arquiva Inquérito ao seu livre arbítrio”, esclareceu Dino.

Em uma sequência de tuites, o governador alertou para o fato de que o Supremo e o Judiciário brasileiro vêm sendo pressionados e até mesmo ameaçados por forças políticas para decidir somente “de acordo com o ‘clamor das ruas’”.

“‘Clamor das ruas’ é um critério político, que deve ser observado pelos ramos políticos do Estado (Executivo e Legislativo). Jamais pelo Judiciário, que deve decidir com independência e baseado nas leis. Toda ameaça ou coação contra o Judiciário deve ser combatida”, escreveu Dino.

Já há algum tempo que o STF vem sendo alvo de ataques da direita bolsonarista, que chegou a pedir nas ruas a extinção da Corte. Com o inquérito que investiga as fake news e a censura imposta a uma matéria da revista Crusué que cita o ministro Dias Toffoli como alguém próximo de Marcelo Odebrecht, a “revolta” contra o Supremo cresceu.

Especula-se que esteja em curso um movimento para desmoralizar a Corte e, assim, impedir que temas como a prisão em após condenação em segunda instância sejam votados, o que poderia dar a liberdade ao ex-presidente Lula.

“Generais, procuradores, advogados não podem constranger ou ameaçar o Supremo por tomar essa ou aquela decisão. É o que temos visto, por exemplo, nos casos referentes ao ex-presidente Lula. Campanhas permanentes para gerar ‘clamor público’ contra decisões judiciais”, completou o governador do Maranhão.

Fonte: Revista Fórum

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Leia mais: https://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/flavio-dino-condena-ameacas-e-coacoes-contra-o-judiciario/#ixzz5lMcIp3Wh

Homem ataca motorista no centro de Osório: “perdeu, passa pro carona”

Um criminoso atacou uma motorista quando ela ingressava no seu veículo na tarde desta terça-feira (16), no centro de Osório.

O caso ocorreu por volta das 17h, na Rua Júlio de Castilhos, próximo a agência dos Correios.

O bandido ao se aproximar da vítima tentou empurrá-la para dentro do carro dizendo: “perdeu, passa pro carona”. Ela resistiu ao roubo, sendo agredida com socos e até mordidas.

Populares presenciaram o crime e ao chegar perto do automóvel fizeram com que o homem fugisse correndo sem levar nada.

Perseguido por algumas das testemunhas, ele acabou escapando nas proximidades da Escola Prudente de Morais, no bairro Porto Lacustre.

A Brigada Militar foi acionada, realizou buscas, mas não encontrou o suspeito. Ele é alto, magro, pardo e não tinha barba.

A mulher foi levada ao hospital, onde foi atendida.

A Polícia Civil investiga o caso.

Copiado de:  https://twitter.com/i/topics/news/e-187256191?cn=ZmxleGlibGVfcmVjc18y&refsrc=email

Mulher é submissa ao homem

A presença dessa figura diz bem o que é isto a que denominam de Governo. Um amontoado de insanos e outros tantos adultos com mentalidade infantil, mas todos servis aos senhores do norte e lá do Oriente. Voltamos a ser colônia e esse povo burro ainda não percebeu. Até mesmo a mulher do estrangeiro está se atravessando em decisões de Tribunal Superior por imaginar que AGENTES DO MP como ela são donos da verdade.

O Editor

 

 

 

 

Em audiência na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, voltou a dizer que a mulher é submissa ao homem no casamento. Mas afirmou que isso é uma questão de fé e que não a torna menos capaz de ser ministra. “Essa é uma fala que fiz dentro da minha igreja. Dentro da doutrina cristã, sim. Dentro da doutrina cristã, lá dentro da igreja, nós entendemos que em um casamento entre homem e mulher, o homem é o líder do casamento. Então essa é uma percepção lá dentro da minha igreja, dentro da minha fé. Eu quero dizer que todas mulheres devem ser submissas”. Abaixar a cabeça para o patrão, para o agressor, para os homens que estão aí? Não. Mas dentro da minha concepção cristã, a mulher sim no casamento é su bmissa ao homem. E isso é uma questão de fé. Isso não me faz menos capaz de dirigir este ministério. Não me faz mais incompetente. É uma questão de fé lá dentro do meu segmento”, disse Damares. A ministra também reclamou dos ataques a ela, que teria sido retratada como louca. “Enquanto tentam desqualificar a ministra, tem mulheres morrendo, sendo abusadas “, disse Damares

Copiado de:  www.AffonsoRitter.com.br

GESSINGER ADVOGADOS COM MAIS UM INTEGRANTE

terça-feira, 16 de abril de 2019

Após concluir com muito aproveitamento seu curso de Direito na PUC de Porto Alegre e, mesmo antes de formado , ter  sido aprovado nas provas da OAB, Rudolf Genro Gessinger, meu filho, está apto a advogar.
Vêm se unir ao meu sobrinho Cristiano Gessinger Paul, também formado pela PUC, mestre  e professor universitário.

Copiado de:  http://ruygessinger.blogspot.com/2019/04/gessinger-advogados-com-mais-um.html

HPS: nossa emergência não é mercadoria

Foto: Joana Berwanger/Sul21

Fernanda Melchionna (*)

A imprensa noticiou as intenções do prefeito Marchezan em entregar a gestão do HPS a uma Organização Social (OS). Essa tentativa está perfeitamente integrada às intenções privatistas que o Banco Mundial tem para a Saúde no Brasil, mas redondamente enganada com relação às consequências que isso pode trazer.

No documento “Propostas de Reformas do Sistema Único de Saúde Brasileiro (2019)”, o Banco recomenda transformar equipamentos de saúde sob administração direta em “arranjos organizacionais alternativos” que tenham autonomia para uma “gestão flexível dos recursos humanos”. Na prática, a implementação das OSs, através da Lei 9.637 de maio de 1998, que as trouxe ao Brasil, gerou grandes problemas para o cumprimento dos preceitos constitucionais do SUS.

Em São Paulo, contratos de gestão estipulam que até 70% do custeio possa ser destinado a altos salários dos dirigentes, pavimentando a rota de apropriação privada dos recursos públicos. Em Goiás, a remuneração de dirigentes chegou a ser seis vezes maior que a de algumas categorias de nível superior. Há, ainda, fortes evidências de associação dos recursos pagos às OSs com atividades do mercado financeiro.

O principal argumento é que facilitaria a contratação de pessoas e fornecedores de materiais. O que não se diz é que com a autonomia administrativa da gestão terceirizada, a Prefeitura irá parar de realizar concursos públicos e entregar o dinheiro dos nosso impostos a uma entidade privada, que contrataria as pessoas por CLT ganhando menos e sem estabilidade.

Os processos de compras de materiais e uso do dinheiro público também ficariam menos transparentes, dispensando uma série de processos legais que visam garantir o controle social. Sabemos que Marchezan não está preocupado com isso. Sua cruzada contra os servidores e os serviços públicos tem a marca da irresponsabilidade dos governos que levou o HPS à situação caótica em que está. De forma oportunista, ele agora usa as dificuldades como desculpa para privatizar.

(*) Deputada federal pelo PSOL/RS (dep.fernandamelchionna@camara.leg.br)

Copiado de:  https://www.sul21.com.br/colunas/fernanda-melchionna/2019/04/hps-nossa-emergencia-nao-e-mercadoria/

Presidente da Aepet comenta decisão de Bolsonaro sobre o diesel

Presidente da Aepet comenta decisão de Bolsonaro sobre o diesel

16 AbrilLido 389 vezes

Geração de caixa respondeu por 75% da redução da dívida da empresa. Venda de ativos apenas 25%

Na entrevista concedida nesta segunda-feira (15) ao jornalista Paulo Moreila Leite, do site Brasil 247, o presidente da AEPET, Felipe Coutinho, lembrou que a Petrobrás foi criada para garantir o abastecimernto de combustiveis e a segurança energetica brasileira, com os menores preços possíveis, tendo desempenhado muito bem seu trabalho e não havendo necessidade de praticar preços internacionais. “Na verdade, a prática de preços internacionais prejudicou a empresa, na medida em que perdeu espaço para importadores e produtores estrangeiros, sobretudo norte-americanos”, ponderou o presidente da AEPET.

Felipe argumentou também que 75% dos recursos para a redução da dívida desde 2015 vieram da geração de caixa, mostrando que a Petrobrás é totalmente capaz de gerar valor para fazer frente aos seus compromissos e ainda lucrar, sem nenhuma necessidade de vender ativos, muito menos os estratégicos, a preços desvalorizados.

Clique aqui para assistir a entrevista na íntegra.

Copiado de:  http://aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/3034-presidente-da-aepet-comenta-decisao-de-bolsonaro-sobre-o-diesel

Está sendo tentada mais uma ditadura

 

 

 

Estes que iludiram a maior parte do eleitorado brasileiro e hoje se encontram no Poder querem terminar o serviço para assim poderem livremente servir aos senhores do norte e do Oriente, seus verdadeiros patrões.

Tentam por todos os meios possíveis detonar os TRIBUNAIS SUPERIORES.

Lembro que um dos vira-latas, filho do dito Presidente durante a campanha afirmou de forma clara que bastava mandar um soldado e um sargento do Exército para fechar os Tribunais.

As agressões aos Tribunais estão indo muito além do tolerável e não tendo um PRESIDENTE DA REPÚBLICA na verdadeira acepção da palavra eles vão avançando a cada dia mais.

Querem ditar tudo o que deva ser feito em nosso país servindo assim a interesses outros que não são necessariamente os nossos.

Temo sinceramente pelo futuro, especialmente de meus filhos e netos, pois sei que pior das democracias é anos luz mais importante do que um quadrilhão mandado e no interesse dos estrangeiros.

Pessoalmente penso que precisamos mudar a forma de ascensão tanto à carreira final dos Tribunais Estaduais quanto a dos Federais, mas isto precisa ser discutido de forma clara e sem esse açodamento que penso só possa ser coisa de gente que não pensa em nosso futuro e sim a quem essa mesma gente serve.

 

 

Ministro Ricardo Salles ameaça servidores em Tavares

 

Sorte desse tal Ministro de eu não estar lá, pois ele teria ouvido de mim o que precisava. Assim fiz aqui na cidade, ano passado, quando o veterinário/deputado que multiplicou cerca de dez vezes ao longo do mandato seu patrimônio. Falta ao nosso povo a coragem de dizer a esses cretinos e arrogantes, cara a cara, o que precisam ouvir.

O Editor

 

 

 

 

Ricardo Salles (de pé) discursa em Tavares

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, esteve na semana passada em Tavares, visitando o Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Em pouco tempo no cargo já arrumou rusgas com setores do Instituto Chico Mendes (ICMBio). Durante uma solenidade cobrou a presença de funcionários da entidade, o que foi registrado na coluna de João Lara Mesquita, do Estadão. “Gostaria que os servidores do ICMBio viessem aqui participar conosco. Não tem nenhum funcionário? Na presença do ministro do Meio Ambiente e do presidente do ICMBio, não há nenhum funcionário aqui, embora tenham nos esperado lá em Mostardas. Determino a abertura de processo administrativo disciplinar contra todos os funcionários”, disparou.
O clima entre governo e o ICMBio ficou muito ruim, tanto que seu presidente, Adalberto Eberhard, pediu demissão ontem (15), conforme registra o Correio Braziliense.
O despreparo e a soberba de alguns ministros do Governo Bolsonaro estão saltando aos olhos. Salles estava ao lado do deputado Alceu Moreira, ex-prefeito de Osório. Desceu em Tavares e mostrou seu estilo imperial, segundo João Lara Mesquita, do Estadão. O presidente do ICMBio estava junto e certamente percebeu que era hora de deixar o cargo, o que fez nesta segunda-feira.

Copiado de:  https://gastaomuri.wordpress.com/2019/04/16/ministro-ricardo-salles-ameaca-servidores-em-tavares/

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