Ministério Público em Osório

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A má conservação de algumas calçadas além da falta de acessibilidade universal nas vias públicas, desrespeitando as normas legais, levou o Ministério Público a estabelecer um termo de ajustamento de conduta com a Prefeitura de Osório.
O TAC (documento por meio do qual as partes firmam compromisso de providenciar soluções para problemas), fixa prazo até 31 de maio de 2011 para que o Município notifique, por edital, todos proprietários de prédios e terrenos localizados em ruas pavimentadas e com meio-fio para que estes pavimentem os respectivos passeios públicos e mantenham em bom estado de conservação.
Fonte: MP-RS.
*O Ministério Público faz bem ao agir no que se refere à acessibilidade dos espaços públicos. Esta notícia ganhou notoriedade no MP, tanto que foi publicada no site da instituição.
Só que em Osório há questões mais clamantes ainda, como a contratação de pessoal pela Secretaria Municipal de Saúde, a gestão do SUS e a contratação descarada de pessoal sem concurso público. O promotor Luiz Cesar Balaguez deve ajuizar a administração municipal pelo descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta na contratação via APAE para o Programa de Saúde da Família (PSF).


Fonte: http://gastao30.wordpress.com/2012/05/07/ministerio-publico-em-osorio/

Diz o blogueiro – Osório tem a seu favor o fato de que está em território do vizinho Brasil, país onde nasci e fui criado. Aqui onde vivo é a República de Piratini e o MP faz o que quer não importando nem mesmo resoluções do CONTRAN. Exemplo de diferença de visão do MP em ambos os países é que no Brasil, mais precisamente em Taquara o prefeito abusou e encheu a cidade com os malditos tachões. O MP de lá moveu uma Ação Civil Pública (sua obrigação e não favor) e no curso do processo que ainda tramita o magistrado determinou ao prefeito remover aquele “lixo” das ruas. O MP neste país em que hoje vivo tem uma visão completamente diferente da que tem o MP do meu país de origem. Sorte de quem vive em Osório, pois no Brasil o MP é pau ferro. Até estou pensando em retornar ao meu país, desgostoso com seguidos absurdos que aqui ocorrem.

Veja, ao vivo, no canal do Congresso, “A hora do espanto”

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by Gilmar Crestani

Estrelando, Roberto Civita. Policarpo Junior como principal coadjuvante. Remake do Murdock tem produção de Carlinhos Cachoeira e direção da estrela Roberto Civita. Nas melhores delegacias, bem próximo de você, brasiliense…

A hora do espanto

 

Somando fatos, pode-se concluir que a revista Veja e seus rottweilers travestidos de “colunistas” e “blogueiros” abusam da sorte. Pelo que já vazou sobre o conjunto da obra da Operação Monte Carlo, os teleguiados de Roberto Civita e o próprio estão metidos até o pescoço no esquema de Carlos Cachoeira.

Quando eclodiu o escândalo, logo que caiu a máscara de probidade do então senador pelo DEM de Goiás, Demóstenes Torres, vazou uma informação que a Veja e o resto da grande mídia insistiram em ignorar, que havia mais de 200 telefonemas trocados entre o editor Policarpo Júnior e a quadrilha de Cachoeira, sobretudo com o próprio.

Mas não fica por aí. Como se viu recentemente, a Polícia Federal não se limitou a grampear telefones. Fez, também, filmagens, tirou fotos, seguiu os envolvidos no escândalo.

Até o momento, conversas isoladas ao telefone, envolvendo vários atores, têm sido garimpadas no que já vazou das investigações, mas há muito mais. Não é segredo para muitos que o que já vazou é menos da metade do que foi apurado. O que está oculto é considerado um segredo de Estado.

Por exemplo: será que ninguém notou que ainda não vazaram os grampos em que Policarpo foi flagrado? Nem uma conversa inocente sobre o clima ou sobre futebol. Ou seja: essas conversas flagradas pela PF, pelo visto, são dinamite pura.

Outra evidência da gravidade das relações da Veja com Cachoeira e seu bando reside no fato de que nem o pouco que já vazou apareceu em um só veículo da grande imprensa, muito menos em jornais e telejornais, com exceção da Record.

Enquanto o PIG diz que as relações eram “institucionais”, que jornalista ter contato com bandidos seria “normal”, esconde o que todos que têm acesso à internet já sabem.

Já imaginaram se aparecesse no Jornal Nacional uma gravação em que a quadrilha discorre sobre em que seção da Veja Cachoeira deve “mandar” que Policarpo publique matéria para atingir uma “associação” que estaria incomodando os criminosos ou na qual um dos bandidos diz ao outro onde deve se reunir com o editor da revista?

Diante do segredo extremo sobre a parte ainda oculta do inquérito, pode-se compreender declarações recentíssimas do relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair Cunha(PT-MG), sobre a cada vez mais provável convocação ao menos de Policarpo. Entre quinta e sexta-feira, Cunha falou várias vezes sobre o assunto.

Falou sobre a convocação de Policarpo ao jornalista da Folha Fernando Rodrigues (sem citar especificamente o jornalista da Veja) e ao Jornal da Record (citando Policarpo). Abaixo, os vídeos.

Odair Cunha fala à Folha sobre Veja/Cachoeira &lta href="http://mais.uol.com.br/view/12735775"&gtInvestigar mídia não é proibido, afirma relator da CPI</a>

Odair Cunha fala ao Jornal da Record sobre Veja/Cachoeira

Mas não ficou por aí. Na última sexta-feira, o presidente do PT, Rui Falcão, declarou que depois de deflagrar a cruzada contra o sistema financeiro privado e a cobrança de juros elevados no País, o governo da presidente Dilma Rousseff poderá colocar em discussão o polêmico tema do marco regulatório da comunicação.

Para coroar o conjunto de indícios de que parte da classe política sabe muito mais sobre o envolvimento da imprensa com o crime organizado do que pode supor nossa vã filosofia, não vamos nos esquecer do que a mídia mesma vem alardeando, que o ex-presidente Lula seria um dos grandes entusiastas da CPI do Cachoeira por julgar que “pega a oposição”.

Com base em fontes mais do que bem informadas, posso garantir que não é só a oposição que a CPI pega. Na verdade, se a arrogância dos impérios de mídia e da oposição que eles protegem não fosse tão grande, saberiam que, primeiro, Lula não é um tolinho que estimula uma investigação e depois se arrepende, como andam dizendo. E, segundo, que quando o RELATOR da Comissão fala em convocar ao menos um jornalista, tem bons motivos para isso.

Por alguma razão, aliás, lembrei-me da entrevista que o ator global José de Abreu concedeu a este blog no fim do ano passado, na qual relatou que Roberto Civita estaria decidido a derrubar o governo Dilma. Será que haveria alguma coisa nesse sentido nas conversas entre o “Poli” e a quadrilha de Cachoeira guardadas a sete chaves?

Tudo, na vida, tem sua hora. A verdade não é exceção. Que a Veja e seus defensores na mídia e entre a classe política não se enganem, a hora da verdade chegará para setores da imprensa e suas relações com o crime organizado. A sociedade saberá as razões para o ataque interminável a governos que mudaram o país. Será a hora do espanto.

 

Homem é morto a pauladas em Viamão

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Homem é morto a pauladas em Viamão

Vítima apresentava afundamento no crânio

Diz o blogueiro – vi isto agora na edição digital do Correio do Povo e fiquei preocupado, pois aquele bando de inúteis da tal ONG Viva Rio por certo vão propor ao governo que se elimine do território nacional todos os paus que possam ser usados para cometer crimes. Será que vão propor acabar com essas verdadeiras “hortas ou lavouras” de eucaliptos que estão crescendo em nossa fronteira? Irão propor o desmatamento completo da Amazônia e do resto do país? Por certo não, mas é de se perguntar, pois esses cretinos criaram essa idiotice de desarmar a cidadania. Armas nunca foram e nunca vão ser problema. O problema e quem as porta e as aciona. Elas são inofensivas por que não podem ser sujeito de crime de morte, mas apenas instrumento. Desde as cavernas matamos com pedras, paus e armas brancas.

E mais, essas armas que são usadas pelos bandidos em crimes violentos não são furtadas de cidadãos honestos e sim internadas no país por nossas fronteiras que são enormes e não há como policiá-las de forma adequada por melhor boa vontade que tenham os governos. SE duvidarem do que digo perguntem a qualquer um dos ladrões que a Polícia prender aqui em Xangri-Lá se o mesmo ousará entrar em minha residência à noite. Ele irá dizer que teme pela própria vida. E ele terá razão, pois se meter o focinho aqui à noite, acaba no necrotério. Armas de fogo nas mãos de cidadãos honestos desde que sabedores de como manusear armas são excelente elemento de dissuasão de bandidos.

A segurança Pública em nosso estado.

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O atual Governo decidiu retirar 200 membros da polícia ostensiva de cidades como Santa Maria e Pelotas, esta uma cidade que não encerra uma única semana no ano sem que ocorra pelo menos UM HOMICÍDIO. Serão retirados dessas cidades por tempo determinado, dizem, DUZENTOS servidores da polícia OSTENSIVA que eles denominam de soldados.

Dizem os jornais em suas edições eletrônicas que a Polícia e quando digo Polícia me refiro àquela definida na Constituição Estadual como Polícia Judiciária, pois Polícia de verdade não precisa de adjetivos. Como exemplo cito as ÚNICAS autoridades policiais que temos no estado que são os Delgados de Polícia. Viram. A denominação do cargo é somente Delegado de Polícia. E isto faz sentido já que a instituição POLÍCIA vem da velha Grécia quando devido ao crescimento das cidades, POLIS em grego, foram instituídos corpos armados para manter a ordem pública.

Como dizia acima li que há o propósito de deslocar igualmente membros da polícia para a Capital. Como sugestão cito a cidade de Terra de Areia na qual há SOMENTE UM agente, Teutônia onde há DOIS agentes e Rolante que hoje deve contar com apenas UM. Essas cidades poderiam fornecer servidores ao tal “reforço”. Temos o caso de Xangri-Lá onde hoje há TRÊS agentes. Efetivo que nem mesmo permite realizar investigações, atender ao público no balcão e tocar atividades cartorárias. A situação da Polícia é caótica sim e lembro que mesma não dispõe de uns dois ou três MIL SERVIDORES em desvio de função, somente ela não os tem.

Apesar dessa carência a Delegacia de Polícia em Xangri-Lá vem literalmente fazendo chover para cima, pois nunca havia prendido tantos marginais com nos últimos 18 meses. Houve um período em que essa Delegacia e foram cerca de cinco anos não realizou uma única busca ou apreensão e ainda teve a Seção de Investigação tomada pelo fogo, algo ao que sei nunca foi esclarecido. Hoje felizmente temos um Delegado de Polícia atuante e respeitável.

Vereador de Cachoeira do Sul perde mandato

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03/05/2012 17h36min
 
A Corte do TRE-RS julgou procedente, nesta quinta-feira (3), o pedido de decretação de perda do cargo eletivo do vereador Joaquim Cléber Cardoso da Silva, de Cachoeira do Sul. O motivo que levou à cassação do parlamentar foi sua desfiliação, sem justa causa, do Partido Democratas (DEM), pelo qual havia sido eleito em 2008. Atualmente, Silva estava filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT).
 
A decisão foi unânime e a execução do acórdão é imediata. A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cachoeira do Sul será comunicada e deverá convocar o primeiro suplente eleito pelo DEM nas eleições de 2008, conforme consta no resultado oficial divulgado pela Justiça Eleitoral.
 
Desde a publicação da Resolução pelo TSE, em 2007, disciplinando a questão da filiação partidária, o Tribunal gaúcho já cassou cerca de 100 vereadores.
 
Apenas quatro hipóteses autorizam o mandatário a sair do partido sem perder o cargo: se o partido sofrer fusão ou for incorporado por outro, se houver criação de novo partido, se houver mudança substancial ou desvio do programa partidário, ou ainda se ocorrer grave discriminação pessoal do eleito.
 
Acesse a íntegra de Resolução TSE 22.610/2007 
 
 
ASCOM/TRE-RS
 
Fonte: http://www.tre-rs.gov.br/index.php?item=1549

Justiça eleitoral gaúcha terá plantão neste final de semana

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Cartórios e Centrais de Atendimento ao Eleitor abrirão no sábado (5) e domingo (6). O dia 9 de maio é o prazo final para os cidadãos realizarem alistamento eleitoral, transferência e alteração de dados ou local de votação
 
    Nova ferramenta facilitará pesquisa à jurisprudência do TRE-RS
    Vereador de Cachoeira do Sul perde mandato
    Cadastro eleitoral fecha no dia 9 de maio
 
Fonte: http://www.tre-rs.gov.br/

Ação é ajuizada por desvios na área da saúde em Sarandi

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Por Jorn. Ricardo Grecellé
 
 
O Ministério Público de Sarandi ingressou nesta quinta-feira, 3, com ação civil pública por improbidade administrativa contra o atual secretário executivo do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Grande Sarandi e administrador do Hospital de Caridade do Município, Luiz Valdemar Albrecht, em função do desvio de recursos públicos ao longo dos últimos anos. Também são apontados como responsáveis pelos prejuízos ao erário público os atuais prefeitos de Nova Boa Vista, Paulo Ricardo Merten; e de Barra Funda, Alexandre Elias Nicola; além do ex-prefeito do segundo município, Roberto Carlos Barbian; e da empresa Sarandi Bureau ME, que tem como sócio Luiz Albrecht. Os detalhes da ação foram repassados à Imprensa nesta manhã, durante entrevista coletiva que contou com a participação do subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Marcelo Dornelles; e do promotor de Justiça Juliano Griza.
 
O Consórcio Intermunicipal de Saúde do Grande Sarandi foi criado em 2002 e reuniu, inicialmente, oito municípios com o propósito de disponibilizar aos cidadãos das comunidades abrangidas consultas especializadas no Hospital de Sarandi, o maior da região. A primeira irregularidade apontada pelo MP é o reconhecimento, em 2008, durante a gestão de Roberto Barbian na presidência do Consórcio, de uma dívida de sete salários mínimos mensais, retroativa a 2002, com o secretário executivo, Luiz Albrecht, supostamente a título de remuneração pelos serviços prestados. O valor, que somado chegou a R$ 300 mil, foi pago em 2009, durante a gestão de Paulo Ricardo Merten. Acontece que, de acordo com o promotor Juliano Griza, durante todo esse período nunca houve previsão legal do pagamento de qualquer quantia ao secretário executivo do grupo.
 
Entre as ilegalidades verificadas também está a contratação da empresa de Luiz Albrecht, a Sarandi Bureau ME, entre 2002 e 2010, para a prestação de serviços burocráticos financeiros ao Hospital de Caridade, sem qualquer tipo de licitação. Somente em 2010 ela foi realizada, porém, claramente dirigida para que a referida empresa ganhasse, conforme apontamentos do Tribunal de Contas do Estado. Em 2007 o escritório de advocacia de Luiz Albrecht foi contratado pelo Consórcio, na gestão de Alexandre Nicola, por R$ 42 mil, para fazer a defesa em um processo movido contra o Hospital de Sarandi, em função de débitos com o INSS. “Ou seja, o escritório do demandado foi contratado para defender a má gestão dele próprio na administração do hospital”, explica Griza. Além disso, o escritório de Albrecht é o responsável pela defesa na maior parte das ações movidas contra o hospital e, ainda, advogados de sua confiança respondem pela assessoria jurídica contratada permanentemente pelo estabelecimento.
 
Na ação civil pública, é pedido, liminarmente, o afastamento imediato de Luiz Albrecht do cargo de administrador do Hospital de Caridade de Sarandi, o cancelamento do contrato da Sarandi Bureau ME com a entidade e a indisponibilidade dos bens do demandado referente ao valor parcial no qual ele teria sido beneficiado.
 
Durante a coletiva, o subprocurador Marcelo Dornelles salientou que a Administração Superior do Ministério Público acompanhou e deu respaldo desde o início às investigações conduzidas por Juliano Griza. “Notamos que nesse período o Promotor sofreu diversos ataques covardes, através, por exemplo, de panfletos difamatórios distribuídos anonimamente, na tentativa de denegrir sua imagem. Por isso viemos aqui trazer o apoio e dizer que temos plena confiança no trabalho realizado”, destacou. Dornelles também frisou que a ação está muito bem fundamentada e contém farta comprovação das ilicitudes cometidas.
 
O promotor Juliano Griza completou afirmando que o trabalho está fundamentado em documentos e pareceres do Tribunal de Contas do Estado. “Entendemos que é uma ação importante e de grande impacto perante a comunidade da região, pois valores que poderiam ter sido aplicados na área da saúde em benefícios dos cidadãos foram parar nas mãos do gestor do hospital, atendendo interesses privados”, finalizou. 
 
Fonte: http://www.mp.rs.gov.br/noticias/id28191.htm
 

Diz o blogueiro – esses Consórcios deveriam ser extintos com a maior brevidade possível. No Consorcio da AMLINORTE sei de várias falcatruas havidas. Em 2009, próximo ao final do ano nosso Legislativo aprovou PL do sujeito (prefeito) repassando a esse tal consórcio valor de QUINHENTOS MIL REAIS em números redondos. Assim sendo é um sumidouro do dinheiro do contribuinte. Quando da posse do Delegado Regional de Polícia no início do atual Governo estive no recinto do Poder Legislativo de Osório, local do evento para cobertura do mesmo. Lendo a relação de convidados deparei-me com um “BASSANI Barbosa”, irmão do então poderoso mandatário de tal consórcio. Isto não deixa dúvida de que o sujeito valeu-se do mesmo para “encostar” um de seus irmãos que não sei por quanto tempo ficou mamando por lá. Meses antes da última eleição aqui em nossa cidade apareceu um médico condenado a mais de 14 anos de cadeia por mandante de crime de lesão corporal gravíssima. Este médico aqui fez sua campanha a deputado estadual. Minha esposa foi atendida por ele e ficou encantada com a “disposição” do mesmo no atendimento aos pacientes. Alguns dias depois chegaram a nossa residência dois envelopes com propaganda de candidatura à Assembleia Legislativa desse que não sei se qualifico como médico ou como bandido. Se isto não for algo destinado a pratica de falcatruas, não sei o que seja. Por certo estes não foram dois fatos isolados. Se houver uma séria investigação por parte do TCE ou mesmo da Polícia Judiciária muito mais podres irão aparecer. Por que manter algo assim que custa muito dinheiro aos contribuintes da região?

 

Vai com Deus, amigo Tinoco, grande brasileiro

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Loira Loirinha Tonico e Tinoco e1336142802852 Vai com Deus, amigo Tinoco, grande brasileiro
 
 
 
Capa do disco Loira Loirinha, de Tonico e Tinoco, lançado em 1982
 
Fiquei sabendo da triste notícia logo cedo quando minha filha Mariana Kotscho, também jornalista, me enviou esta mensagem:
 
"Estou triste. Morreu meu amigo Tinoco. Sim, posso dizer que era meu amigo. Aprendi a admirar as músicas de Tonico e Tinoco na infância graças ao meu pai, fã de música caipira. Sou feliz por tê-lo conhecido, entrevistado algumas vezes, me tornado amiga. Grande figura. Fico feliz por ter ajudado que ele fosse homenageado, ainda em vida, naquele show do Roberto Carlos com os cantores sertanejos. Tchau, meu amigo Tinoco. E parabéns por sua trajetória nesta vida. Beijos, Mariana Kotscho".
 
José Perez, o Tinoco, 91 anos e mais de 75 de carreira,viajou para o céu na madrugada desta sexta-feira, 4 de maio de 2012. Morreu num hospital público, na Mooca, onde morava, depois de sobreviver com muitas dificuldades nos últimos tempos.
 
É sempre difícil escrever sobre a morte de um amigo querido, ainda mais de uma figura desta grandeza, um dos maiores nomes da cultura popular brasileira em todos os tempos.
 
Durante seis décadas, ele formou com o irmão José Salvador Perez, morto em 1994, a dupla Tonico e Tinoco, a mais longeva e prolífica dupla da nossa música.
 
Quando eles completaram 50 anos cantando juntos, tive a oportunidade de entrevistá-los pela primeira vez, mas tive que pedir ajuda a um outro amigo, Octavio Frias de Oliveira, o dono do jornal, para cavar um espaço na "Folha Ilustrada". Os jovens editores da época não gostavam muito deste negócio de "música caipira".
 
Já sem Tonico, Mariana entrevistou Tinoco para o programa Almanaque, da "Globo News", e assim nossas famílias acabaram ficando amigas.
 
Reeencontrei Tinoco em Piracicaba, no interior paulista, onde ele iria cantar sozinho num sábado à noite e passamos o dia conversando. "Tinoco sem Tonico _ sozinho na estrada e nos palcos canta para viver, aos 88 anos", foi o título da reportagem publicada pela revista "Brasileiros", em setembro de 2009.
 
Naquela época, a situação do cidadão José Perez já era bem delicada. Com a mulher, a inseparável dona Nadir, no hospital, recém-operada de câncer no pâncreas, ele vivia dos seguintes rendimentos:
 
* Aposentadoria de R$ 1 mil por mês no INSS.
 
* Cerca de R$ 2 mil de direitos autorais, pagos a cada três meses, pelas suas mais de 1.200 composições em parceria com Tonico, gravadas pela dupla e por outros cantores, em milhões de discos (nem ele mesmo sabe quantos foram vendidos).
 
* Um cachê de R$ 2.500 brutos por show para se apresentar nos sorteios semanais da Loteria Estadual Paulista (despesas de viagem por conta dele). Pouco tempo depois, esta loteria acabou e ele perdeu parte do seu ganha-pão.
 
* Um ou outro show em festas de casamento ou batizado, casas de fazenda ou eventos no interior, onde não tinha cachê fixo, ganhava o que podiam lhe pagar.
 
Em busca de trabalho, viajava pelo interior paulista com seu único filho, José Carlos, que acumulava as funções de motorista, empresário e operador de som. Quando a situação apertou, tiveram que passar uma rifa para sortear o único bem deles, um Gol 1998.
 
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Tinoco é homenageado por Roberto Carlos / Foto: Luciano Trevisan
 
A última vez que nos encontramos foi em março de 2010, quando Tinoco foi homenageado por Roberto Carlos no show de que Mariana fala na abertura deste texto. Foi por indicação nossa ao amigo Luis  Erlanger, da TV Globo, que falou com Dodi Serena, empresário do "rei", que convidaram Tinoco a subir ao palco do ginásio do Ibirapuera naquela noite, ao lado de outros ídolos sertanejos.
 
Há tempos ele não se apresentava para uma platéia tão grande, diante do ginásio lotado. Escrevi aqui no Balaio no dia seguinte:
 
"Aclamado pelo público, Tinoco não largou mais o microfone e desandou a falar, contando histórias da sua vida, como se estivessse no picadeiro de um cirquinho do interior no início da carreira. Fez o público rir e chorar ao brincar com sua idade um pouco avançada, certamente fazendo o emocionado Roberto Carlos se sentir um garoto ao lado dele.
 
Com seu forte sotaque caipira, mandou ver: "Depois de velho, quando se vai fazer um show, a gente fala mais do que canta… Roberto, você poderia ser meu filho… Conheço este aqui desde criancinha… Eu dei de mamar para ele… Só na mamadeira… A minha cabeça está boa, mas o corpo já não acompanha… A gente não pode fazer tudo o que quer, só o que pode… O mais importante é o valor humano, é nunca perder a fé…. Estou falando muito, Roberto? Será que já tem alguém com sono por aqui?"
 
Quase uma da manhã de quinta, quando o espetáculo já estava terminando, Tinoco saiu do palco feliz, caminhando tão lentamente como quando entrou, levando nas mãos a placa que recebeu de Roberto Carlos, Chitãozinho e Xororó, em homenagem à sua longa carreira, que abriu o caminho para outras duplas e cantores sertanejos que se apresentaram nesta noite inesquecível".
 
 
 
O show era beneficente e boa parte da renda foi doada por Roberto Carlos a Tinoco.
 
Vai com Deus, amigo Tinoco, grande brasileiro. E leva um abraço ao Tonico.
 
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Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/

Complexo de ex-vira-lata.

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Vira-latas
Filed under: Vira-latas — Gilmar Crestani @ 10:02 am
 
 
 
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    Tags: brasil, dilma, lula, vira-latas
 
    Dizem que a maldição se confirmou no Maracanazo, naquele fatídico Brasil x Uruguai da Copa de 1950: aqui, ao sul do Equador, nada, nunca, ia dar certo.
 
    A suspeita vinha de longa data e atormentava, ao menos aos que podiam olhar e comparar a nossa trajetória com a de gente até bem próxima. Na metade do século 20, aqui ao lado e ao sul, na linda e doida Argentina, eles pareciam ter se livrado da sina sul-americana e esbanjavam riqueza e civilidade, mais ou menos tudo que nos faltava.
 
    Já o Brasil, esse não tinha jeito nem conserto. Nosso passado escravocrata, nossa herança ibérica, nossas contradições e disposição excessiva para a cordialidade, elites na verba, não no resto;o grande irmão do norte nos policiando, nosso clima convidativo ao ócio, nossa condição mestiça, nossa dificuldade com números – a soma desses fatores era uma multiplicação de causas para um eterno subdesenvolvimento.
 
    Essa condenação prévia a um futuro sem futuro foi um tanto sacudida pela sequência das Copas de 58, 62 e 70. Aquilo abalou a convicção nacional de uma falha estrutural e histórica a nos atrapalhar para todo o sempre. O que se pensou na época foi algo como: bom, até pode ter dado certo, mas isso é no futebol, e apenas no futebol. Em campo somos reis, enquanto no resto, no máximo um Rex correndo rua abaixo, atrás do caminhão de lixo da história.
 
    Vinte e tantos anos de ditadura não fizeram exatamente algum bem à nossa maltratada imagem aqui ou lá fora. Uma saída que incluiu a frustração das Diretas Já, desembocou na morte de Tancredo e na bigoduda e trespassada presidência Sarney não ajudou em nada a nossa auto-estima a sair do poço onde a tinham enfiado aqueles presidentes militares e suas adoráveis esposas com aquele laquê todo.
 
    Dali, e da primeira experiência com uma eleição presidencial surgiu nada menos do que um Fernando Collor e seu inacreditável ministério, que incluía Magri, Zélia Cardoso e Bernardo Cabral, aquela sapiência. Roriz na Agricultura, alguém lembra? E uma inflação incurável no lombo, qual sarna.
 
    Éramos vira-latas, seríamos para sempre, essa era a crença.
 
    Pois, caros e estimados leitores, coisas começam a acontecer com uma frequência e intensidade que sugerem que a gente pode mesmo ter virado o jogo.
 
    A transição começou quando finalmente elegemos um presidente que desse para apresentar à mãe, nosso estimado FHC. Finíssimo, chiquérrimo, um lorde.
 
    Mas, se Itamar e ele domaram a inflação, lord não resolve o problema do vira-latismo praticante de que éramos tomados. Lorde capricha no sotaque e se preocupa com o nó da gravata, muito mais do que com os destinos do mundo. Lorde terceiriza a faxina, estimados leitores.
 
    E foi preciso um autêntico e nada lorde brasileiro, um desses esplêndidos exemplares resultantes da melhor genética que o sertão pode produzir, para a gente começar a se livrar de vez do complexo de vira-latas. Incrível. Assumir nossa mestiçagem e nossa resistência às pragas foi o caminho, e cá estamos, cada vez mais nós mesmos e sacudindo a cauda pra quem não gosta.
 
    De lá pra cá viramos BRIC, seja lá o que isso for, e nosso PIB resolveu acompanhar a nova e altaneira pose. Criamos o G-20, pra não precisarmos armar o pagode no chiquérrimo G-8 e começamos a ver que não, não éramos tão errados assim, mesmo que fossemos e ainda sejamos uma tranqueira social e econômica.
 
    A primeira surpresa é a de que, ora vejam, eles, os lordes, também são uma tranqueira, mesmo que mais perfumada. A outra surpresa foi a de descobrirmos que vínhamos fazendo coisas do jeito certo há mais tempo do que a gente percebia. A gente descobriu muito petróleo quando o país já tinha outra base econômica, o que deve nos salvar de nos tornarmos essas pobres nações ricas em óleo e mais nada. E ainda temos a matriz de eletricidade baseada em hidrelétricas, somos o único país que tem uma alternativa renovável na hora de encher o tanque, eliminamos os partidos ultrapassados e mantemos o país equilibrado entre um Petequistão e um Tucanistão que se sustentam mutuamente.
 
    Temos tido presidentes muito acima de média geral, e uma presidenta do balacobaco.
 
    Dilma, a Terrível, está mostrando que não tem um pingo de complexo de qualquer inferioridade em qualquer coisa, e nos leva adiante com a força e a disposição de uma motoniveladora. Quem a viu diante de Obama, quem a vê soltando o verbo sobre quem ou o que a afaste de seus objetivos, não tem dúvida. Habemus Zagueiram.
 
    Agora, ela está dando topada bem no joanete dos banqueiros, ali onde os juros se encontram com a perversidade, e já anuncia que a próxima vítima vão ser os impostos, essa outra e definitiva praga nacional.
 
    O Brasil, visto do lado do copo meio-vazio, segue sendo assustador. Nossa pobreza ainda é uma onipresença, nosso sistema de saúde é uma ofensa ao bom gosto, e as nossas estradas são uma forma nada divertida de delírio. As nossas cidades são um alvo natural para asteróides dotados de sensibilidade estética, e nossa música anda virada em um Michel Teló, mais para lá, ou mais para cá, mas não muito.
 
    Mas, quando vejo o muito que está acontecendo ao nosso redor, desde que nos livramos do vira-lata em nossa alma e passamos a olhar para nós mesmos no mínimo com alguma dúvida, tudo mudou.
 
    Olhando para a Dilma, exalando auto-confiança e segurança, eu penso que, quem sabe, o Manuel, que chega agora aos seis meses de idade, vai mesmo encontrar ainda na vida dele, o país com que a gente nem sonhava, de medo da hora de acordar. Quem sabe estamos nele, apenas não chegamos ao destino. Quem sabe a Dilma sabe mesmo como nos levar até lá, ou ao menos sabe dar o empurrãozinho que nos garanta a chegada.
 
    Quem sabe?
 
    Jornalista, escritor de livros e filmes. Acredita que bola boa é bola pra fora do estádio. Crente nos poderes da aspirina e do conhaque de alcatrão São João da Barra. Medo, só de barata
 
Fonte: http://fichacorrida.wordpress.com/2012/05/05/vira-latas/

BAGÉ (RS) – ÀS ESCURAS…

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Prefeitura Municipal de Bagé – RS
 
 
Antiga Estação Ferroviária e hoje Centro Administrativo de Bagé RS
 
 
Meu amigo gaúcho, músico nato, pecuarista, advogado, comunicador, desembargador (dos melhores) aposentado, Dr. Ruy Armando Gessinger, está neste momento numa Feira de Negócios – Fenovinos na cidade de Bagé, Rio Grande do Sul. ( atenção bebuns distraídos – não é feira de vinhos..é feira de ovinos!!! OVINOS e não ovonis – Feira de Ovos) Confesso que estou com inveja, pois Bagé , é uma cidade muito bacana, em especial, seus habitantes. Haras maravilhosos e o berço, segundo alguns, do cavalo crioulo. (aquele do verso do Mauro e do Borges – "cavalo crioulo padrão". Pois bem. Isso é um preâmbulo e justificativa para lembrar uma passagem do  degas aqui, longe em quantia " do meu (seu) Bagé" e do pago riograndense, (seu, meu) Cachoeira do Sul, onde nasci e fui batizado com esse nome inglês aí do blog… Ivanhoé Ferreira.
     Corria os anos 70 . Fui a Bagé atrás de uma guria. Me hospedei no Hotel Charrua (deve ainda estar lá no mesmo lugar) juntamente com um amigo parceiro que me acompanhava. Chegamos lá por volta das cinco de la tarde, e fomos direto ao pouso, tomar um banho e nos "apreparar" para a noitada que prometia ser, das melhores. Fico aqui relembrando, quantos kilometros fazíamos para ir  atrás de um rabo de saia. Não tinha tempo ruim ,não tinha distância e nem hora.( de Ijui a Bagé são 385 Km) Tinha conhecido essa moça num baile tradicionalista num CTG de Santa Maria. No baile não deu pra pegar firme pois a vigília era tamanha, no máximo uns encostos de quando em vez e deu prá bola. Os pais ali por perto e então combinamos de nos ver em Bagé. Era a cidade dela e lá, "a cosa" ia ser diferente. Na época eu era serventuário da Justiça no Foro de Ijui RS, Tinha meu carrinho sempre ajeitado, perfumoso até no banco trazeiro. Volante esporte, rodas de aluminio estreladas tinha até uma anteninha safada no teto (coisa mais estúpida, furar o teto do carro pra por uma antena, cheguei) enfim, um verdadeiro veículo segundas intenções. Mas voltemos ao Bagé. Comemos alguma coisa no hotel esperando a noite cair. Era mês de agosto, me lembro bem pois numa certa altura falei pro companheiro – "caramba, como faz frio esse tal de de mês de agôsto", parodiando nosso querido poeta maior Luiz Menezes em um dos seus singulares poemas. Bem arrumadito, calça "dins" , uma bota cano longo por baixo da calça,escondendo o cano da bota, camisa manga longa, um casaco forte pro frio e lá se foi o gauchinho ao encontro da prenda. Meu parceirinho, Orlando Fontana, ficou no Hotel pois fiquei de pegar a moça  e se a coisa enroscasse, (entenda-se como ela não querer ir aonde eu a queria levar) eu iria pega-lo para ir junto com a gente num baile que ia ter por lá. Saí do Hotel e entrei numa avenida que tinha por ali e daí…o mundo veio abaixo. Fui fazer um contorno na dita avenida e não consegui por causa do espaço reduzido. Acontece que na calçada tinha um poste com um transformador, desses gigantes. Neste dito cujo poste, um rabicho de arame trançado preso nele e no chão, na calçada. Meu carrinho subiu pelo rabicho, como querendo alcançar o topo do poste e tudo veio abaixo.
Poste, transformador, fios, o inferno . Aquilo desabou por inteiro, o transformador de um lado do carro e o poste do outro. Eu exatamente no meio. Consegui dar ré no carro e voltar pra rua, mas a cidade inteira, foi se apagando, lâmpada por lâmpada, tanto na rua como nas casas. Eu vi a escuridão chegando e pensei. To ferrado. Preciso me mandar da cidade pois isso vai dar um confusão dos diabos. E já tinha me esquecido "da noiva" a minutos atrás. Saí de volta pro hotel em desabalada carreira, pegar meu parceiro. Foi a estadia mais rápida do Hotel Charrua de Bagé. Meu companheiro não sabia o que tinha acontecido e achou que o problema era com a familia da moça. Eu não tinha tempo de explicar e o Hotel estava as escuras, não conseguíamos recolher as coisas no apartamento. A coisa era grave. Em 5 minutos estávamos na rua de novo, passei por longe do desastre e esperando sempre que alguém me detivesse, pois com certeza teve gente que presenciou a cena e viu minha fuga. Nos mandamos estrada afora e  nunca mais voltei a Bagé onde tenho grandes amigos, entre os quais, um em especial. Diogo Madruga Duarte, companheiro da barranca do Rio Uruguay onde, todos os anos na Páscoa, vamos ao Festival da Barranca. Nunca contei a ele a arte. Naquela semana o Jornal de Bagé noticiou : "BAGÉ – as escuras" e baixava a lenha no prefeito da cidade. Azar o dele. Chegamos de volta a Ijui, onde eu morava, cedito da manhã, cansados até, mas com o dever, cumprido. A moça até hoje deve estar se perguntando o que foi que aconteceu pois sabia da minha ida até lá. Mas não ficou sabendo o que tinha ocorrido depois. Eu e meu parceiro, dando muita risada de mais essa trapalhada, tudo em nome dos" bons" costumes Fui…
 
Recebido do mano Rogowski e postado em: http://ivanhoeegglerferreira.blogspot.com.br/2012/05/bage-rs-as-escuras.html
 
 

Diz o blogueiro – muito divertida essa história que poderia ter por título de como brochar num instante. Hahaha…

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