Nestor Hein, Tenente Coronel Zucco do Exército Brasileiro e assim militar de verdade, Vereador Cassiá Carpes, Vereadora Monica Leal, Marcos Rovinski, Médico Legista aposentado compunham a mesa

O Legista lançou livro sobre as atividades na Medicina Legal, algo completamente desconhecido do público em geral.

O Coronel Zucco diz ter pretensões político-eleitorais. Ele tem dois irmãos na Polícia Judiciária.

A presença do Legista que fez lembrar do incêndio em Lojas Renner quando ainda não se conhecia o DNA e assim não se dispunha do mesmo em perícias. Felizmente naquela ocasião trabalhava no IML um colega, Escrivão de Polícia cujo nome é Lothar Lírio do Nascimento.

Lothar em razão daquele triste incêndio acabou criando a identificação pela arcada dentária.

Lotar era cirurgião-dentista e tem parentesco com o Astrogildo Julio de Souza Ribas, médico e Delegado de Polícia que se aposentou quando trabalhávamos em Três Coroas indo residir com sua esposa e filhos no litoral de Santa Catarina.

Dos anos 60 para cá evoluímos e muito em nosso país na área de segurança pública. Hoje a identificação de mortos, mesmo que se encontre um mínimo de restos com o emprego do exame de DNA, desde que haja material para comparação se identifica alguém morto.

Evoluímos muito nesse terreno e hoje aquela coisa estúpida ou bárbara como ocorreu em Minas Gerais no caso dos IRMÃOS NAVES      que foram acusados pela autoria de homicídio de alguém que havia sumido da cidade e para tal foram torturados da forma mais cruel possível pelos guardas de quarteirão. Não suportando mais a cruel tortura acabaram confessando o crime mesmo não o tendo praticado.

 Anos depois de condenados e confinados numa jaula o suposto “falecido” reapareceu na cidade.

Fiascos como esse não mais ocorrem por que hoje felizmente para investigar crimes há as POLÍCIAS JUDICIÁRIAS tanto as Estaduais quanto a Federal, ficando assim os tais guardas incumbidos apenas pelo policiamento preventivo/ostensivo ou de quarteirão, como queiram.

Em nenhum lugar do mundo civilizado a investigação policial abre mão do respaldo pericial.

Infelizmente tal guarda sempre CHEGA DOS LOCAIS DEPOIS DOS FATOS TENTADOS OU CONSUMADOS quando a mesma os fatos não mais dizem respeito.

Não bastasse isto ainda “inventam” as ditas buscas, uma verdadeira correria em que torram combustível e por certo embolsam algumas diárias.

Para sorte deles nossa imprensa é feita por ditos profissionais que pouco ou nada sabem do assunto de que são incumbidos de cobrir e assim vão iludindo a leitores incautos.