Agora que está oficializado mais um engavetamento de escândalos do PSDB – dessa vez o das vendas de emendas na Assembleia paulista – ficou mais descarada a parcialidade e o partidarismo da imprensa – cúmplice silenciosa dos tucanos - que mais uma vez omite os fatos ao público.
Que os jornalistas da máfia midiática que aí está não dão a mínima para o povo brasileiro e querem mais é ver o circo pegando fogo, já sabemos de cor. Só falta lhes cair a ficha de que a recíproca é verdadeira: o povo não dá a mínima para eles igualmente. Ao menos no que se refere às matérias que SEMPRE atacam o governo, NUNCA a oposição. Quanto mais denuncismo e selvageria desenfreada – como a que acabou por afastar o ministro dos esportes – menos atenção terão do povão. Podem imprimir em letras garrafais e pendurar nas bancas de jornal. Não vai adiantar. A imprensa está se transformando num dos mais odiados personagens do imaginário popular: o “dedo-duro” – aquele que, mesmo dizendo a verdade ao denunciar o próximo (o que nem é totalmente o caso), acaba se mostrando mesquinho, invejoso e traiçoeiro, provocando total repulsa em todos ao seu redor. Nas cadeias, dedo-duro e estuprador são os criminosos mais odiados.
Depois de Lula, o povo não engole mais qualquer coisa. Pelo simples fato de que o presidente sempre falou de igual para igual, linguagem simples e direta. Lula “acomodou” o povo no Planalto, ao seu lado. Incorporou suas esperanças, implementou os programas sociais que mudaram suas vidas para melhor, mostrando que o estado se importa com eles. Nem um ano inteiro de delírios sobre o mensalão, martelando na cabeça sem parar, adiantou. No final das contas o povo é que deu o golpe no PiG: elevou Lula a estratosféricos índices de aprovação na saideira do seu mandato e ainda elegeu sua continuidade na presidenta Dilma.
Já sei: a velha ladainha dos inconformados dos jardins paulistanos faz força para acreditar que o povo era sábio quando elegeu Collor e FHC. De repente, como num passe de mágica, emburreceu. Certo? Read more…



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