Isto ocorre em todo o país. A instituição POLÍCIA surgiu na Grécia antiga, mais precisamente na POLIS (cidade em grego) tão logo as populações urbanas começaram a crescer e dentro delas surgiram conflitos naturais. Nosso país optou pelo caminho mais burro possível. Aqui no Estado essa guarda estadual, pois assim os defino, cuida de fazendas do Estado, mantém grandes HOTÉIS de veraneio, um para os ‘coroné’ em Tramandaí e outros para os manes em Cidreira. Todo o serviço ali é feito por esses guardas cujos salários pagamos ao final do mês. Ali e naquilo que eles dizem ser quartéis eles varrem chão, pintam paredes, lavam sanitários, cortam grama, levam as madames às compras em carros discretos e por aí vai. Só não fazem a OBRIGAÇÃO que é a de     estarem nas ruas inibindo a atividade de criminosos. E quando alguém do povo no exercício da cidadania prende algum bandido em flagrante liga a eles que então deixam a comodidade de suas instalações e vão levar autor da prisão, preso e testemunhas à presença da única Autoridade Policial que é o DELEGADO DE POLÍCIA quando então concorrem com o UBER no transporte.

O Editor

 

Policiais militares da 15ª Companhia em Grajaú, no interior do Maranhão estão trabalhando de ajudante de pedreiro por determinação do comando militar daquela cidade. A denúncia foi feita ao eliaslacerda.com por policiais militares do 11º Batalhão de Timon solidários a situação dos companheiros militares.

Pedindo sigilo absoluto de seus nomes, eles contam que a situação é totalmente fora dos padrões de atividade dos policiais militares, mas está sendo chamado pelo comando militar daquela cidade como atividade de educação física.

“É absurda a situação em que nossos irmãos militares estão submetidos. Fazer trabalho de ajudante de pedreiro em nada tem haver com a função policial militar”, desabafou um soldado policial militar de Timon em conversa com o eliaslacerda.com

Junto com a denúncia, os militares apresentaram fotos dos policiais militares trabalhando com uniforme para a atividade de educação física. Eles ressaltam que a denúncia já lhes foi passada de Grajaú e está em diversos grupos de WhatsApp.

O eliaslacerda.com tentou por telefone falar com o comandante da 15ª Companhia de Grajaú, Major Carlos, mas o telefone deu desligado ou fora da área de serviço. (Do site do Elias Lacerda)

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