Números não mentem e obviamente falam mais alto, logo devemos largar de mão esse Israel que a nós não convém, pois não temos condições de ser caridosos com quem controla os meios financeiros. Temos sim que pensar nos interesses do BRASIL E DOS BRASILEIROS.

O Editor

 

Não há dado que mostre que a mudança do local da embaixada é uma decisão política e possa resultar em quaisquer ganhos comerciais, explica Arnaldo Francisco Cardoso, professor de relações internacionais da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “De janeiro a setembro, enquanto o Brasil exportou para Israel cerca de US$270 milhões, os países árabes compraram quase US$10 bilhões no período. A mudança certamente afetará as transações e vale ressaltar que em período de instabilidade econômica, qualquer impacto nas transações comerciais pode resultar em grandes prejuízos”.

De acordo com o especialista, as empresas trabalham com a realidade, com acordos em andamento. “Esse tipo de discussão aumenta a incerteza, e isso é ruim, já que o ambiente de negócios depende da confiança”, avalia Cardoso, citando entre setores relevantes nesse comércio o de alimentos, produtos da construção civil e automotivo.

O assunto entrou em pauta durante as eleições presidências de 2018, quando o presidente Jair Bolsonaro declarou em campanha que transferiria a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém.

Copiado de:  Assessoria de Imprensa Universidade Presbiteriana Mackenzie
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