Após a forte chuva que causou deslizamentos de terras e matou uma pessoa no domingo em Três Coroas, a 72 km de Porto Alegre (RS), o prefeito do município, Rogério Grade (PMDB), afirmou na manhã desta segunda-feira que as construções de residências em áreas de encosta são comuns, já que a cidade é rodeada de morros. Em entrevista àRádio Gaúcha, Grade disse que as construções em áreas de risco causam preocupação, ainda mais porque a cidade possui poucos locais disponíveis seguros para fazer reassentamentos. “Não há muitas áreas disponíveis aqui que não sejam encostas de morro. Há toda essa dificuldade de se repensar outras situações para reassentar essas pessoas”, disse.
O Grade afirmou também que a prefeitura iniciou no domingo, em parceria com o Corpo de Bombeiros e Defesa Civil, um levantamento para mapear as áreas de risco da cidade e, com isso, saber o número exato de pessoas que residem em áreas de risco no município.
Depois de pronta, a documentação deve ser encaminhada aos governos Estadual e Federal. O objetivo é conseguir auxílios para reconstrução da cidade. “Acredito que até a metade do ano a gente consiga ter toda a documentação pronta e tentar alguma ajuda do governo”, disse.
Escavadeira e caminhão ajudam na limpeza da cidade
Além de Três Coroas, o município de Igrejinha também foi fortemente atingido pela chuva de domingo. A partir desta segunda-feira, uma escavadeira hidráulica e um caminhão ajudam no trabalho de limpeza das duas cidades.
De acordo com informações da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, cerca de 30 pessoas ficaram desabrigadas e 150 desalojadas. Houve alagamento de casas, de fábricas e do comércio local. O Corpo de Bombeiros da Brigada Militar e voluntários de empresas de rafting da região ajudaram no resgate e socorro às vítimas. Equipes da Defesa Civil fazem agora o levantamento dos estragos.
Em diversos pontos, o tráfego de pessoas e veículos voltou a ser liberado, mas estradas do interior e locais com encostas permanecem bloqueados, o que dificulta o acesso dos moradores. A ponte mais antiga do centro de Igrejinha foi interditada por causa de uma rachadura. Também foi registrada a queda de barreira na RS-115, nos kms 27 e 14,5
Terra
Fonte: www.camera2.com.br
Diz o blogueiro – este perdeu ótima oportunidade de ficar de boca fechada. Lembro que ainda na Polícia Judiciária e lotado em Igrejinha, fui procurado pelo Roberto Argenta, então Prefeito daquela cidade o qual solicitava que fossem apuradas responsabilidades de loteadores em toda a cidade. Foi instaurado IP e resultaram diversas pessoas condenadas pela pratica de crimes decorrentes da não observação da Lei do Parcelamento do Solo Urbano. Infelizmente os Prefeitos, com raríssimas e honrosas exceções, pouco conhecimento tem, resultando daí administrações desastrosas.



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