Sargento cumpria ordens para acessar dados do sistema de segurança, segundo advogado
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Militar seguiria orientações do tenente-coronel Frederico Bretschneider O advogado do sargento César Rodrigues de Carvalho, Adriano dos Santos Pereira, disse à reportagem da Rádio Guaíba, nesta terça-feira, que seu cliente cumpria ordens de superiores ao acessar dados do Sistema de Consultas Integradas de Segurança Pública do Estado. O policial foi preso na semana passada por suspeita de extorsão. No entanto, investigações apuraram que ele também consultava informações supostamente sigilosas de políticos, advogados, jornalistas e delegados com uma senha do setor de inteligência da Casa Militar, onde estava lotado. “Ele cumpria ordens. O destino que era dado às informações ele não sabia”, disse Pereira. Conforme o advogado, o sargento seguia orientações do tenente-coronel Frederico Bretschneider, que respondia a uma figura de alto comando no Palácio Piratini. Uma lista foi divulgada ontem com os nomes das pessoas que tiveram seus dados consultados pelo policial. O promotor de Justiça Criminal Amilcar Macedo investiga a participação de outros dois funcionários nos acessos e também de uma assessora do governo Walna Menezes. Porém, conforme Pereira, o sargento não se reportava a ela: “Ele pode até conhecer, mas ele não se reportava a essa assessora”. Ainda sobre a finalidade dessas consultas, o advogado afirmou que o sargento verificou placas de veículos do PT. “Pediram para ele fazer. Para ver se estavam seguindo a governadora ou algum assessor”, explicou. Adriano dos Santos Pereira ingressou na 3ª Vara da Justiça Canoas com pedido de revogação da prisão preventiva do sargento. Hoje ele deve entrar com solicitação de um habeas corpus. Ouça o áudio: Advogado diz que seu cliente não sabia o destino das informações Fonte: Jimmy Azevedo / Rádio Guaíba |



setembro 7th, 2010 at 22:04
este tal de ten-cel Frederico que é o cara da segurança da Yeda, que possui uma empresa que faz a segurança da Aracruz? quem sabe o o Dr. Marcelo não aproveita e indaga sobre um guardião que era operado em Canoas no inicio do governo.
setembro 7th, 2010 at 22:07
desculpe-me ao chamar o dr. Amilcar, de Marcelo; o SIP servia de rastreamento dos que seriam inquiridos no MPE.
É muita pilantragem. Este sistema deveria ser de uso exclusivo da investigação e a BM e o Piratini prostituiram-no.