Esse crime absurdo decorreu do absurdo inventado por um Delegado de Polícia Federal já aposentado que como titular da SSP daquele Estado  inventou, isto mesmo, INVENTOU aquele fiasco que foi a “retomada” dos morros do Rio de Janeiro então em mãos de criminosos. Tal se prestou a uma vitória eleitoral que custou e custa até hoje muito caro ao povo  daquele Estado. Eu sabia que tal não iria dar certo e digo por que.

Colocar esses guardas no ponto mais alto dos morros nada resolveria. Qualquer um que conheça um mínimo do ramo segurança sabe que bastava colocar  barreiras em entradas de tais morros revistando a todos, eu disse TODOS que entravam ou saiam. Assim em pouco tempo, muito pouco tempo  mesmo os bandidos sem serem abastecidos com armas, munição e drogas tratariam de retirar-se.

O Editor

Justiça condenou o Estado a pagar R$ 3,5 milhões aos familiares do pedreiro

Sumiço de Amarildo completa 5 anos e família ainda não foi indenizada
Notícias ao Minuto Brasil

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BRASIL JUSTIÇA

A família do pedreiro Amarildo de Souza, desaparecido desde o dia 14 de julho de 2013, ainda não foi indenizada pelo Estado do Rio de Janeiro. A Justiça determinou que seja pago R$ 3,5 milhões aos familiares do pedreiro, mas o caso se arrasta por cinco anos.

Segundo a polícia, Amarildo foi levado para a UPP da Rocinha para prestar esclarecimentos, mas não voltou para a casa. Uma série de protestos questionando o paradeiro dele foi realizado pelo país.

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Consultada pelo G1, a viúva de Amarildo, Elisabete da Silva, de 53 anos, disse que o caso “acabou com a família inteira” e manifestou preocupação com a soltura de alguns policiais condenados por participação no crime.

Não acabou só com o Amarildo, acabou com a família inteira. Tiveram os fatos de torturar, sumir com o corpo, a gente não teve como enterrar os restos mortais do meu marido. Meu marido foi morto brutalmente. Ninguém aceita um negócio desses, a gente perdeu, e eles estão na rua, já vão ser soltos. A gente está com as mãos atadas, sem saber o porquê.”

A Justiça condenou 13 policiais militares por envolvimento no crime em 2016. Eles foram acusados de tortura seguida de morte, ocultação de cadáver e fraude processual. Um deles já havia morrido quando saiu a sentença.

De acordo com o advogado da família, João Tancredo, a sentença indenizatória contra o Estado do Rio já foi proferida, mas está em fase de recursos.

“Temos a ação de indenização. A sentença foi dada, proferida em tempo adequado. Foram ouvidas diversas testemunhas, foi julgada procedente. A condenação foi de pagar a cada um individualmente por danos morais pelo sofrimento, pela perda”, contou Tancredo. “O estado desaparece, tortura e mata o Amarildo e depois aniquila a família não pagando, não fazendo o processo andar, não prestando justiça no tempo hábil. Isso também é uma grande perversidade”, completou.

Procurado pelo site, o Estado ainda não se pronunciou sobre o caso.

De acordo com Tancredo, mesmo após um policial que teria participado do episódio confessar as torturas contra Amarildo, a defesa do Estado do Rio afirma que o pedreiro foi liberado pelo agentes após prestar esclarecimentos.

As defesas que o Estado apresenta sempre dizem que o Amarildo foi até o contêiner da UPP, foi levado até lá para uma investigação e foi liberado imediatamente depois. As provas feitas foi que o Amarildo foi torturado e ele era epilético. Não resistiu a essa tortura. Ele foi retirado dentro de uma capa de uma motocicleta e desapareceram com o corpo e nunca mais foi visto. Isso foram testemunhas, que estavam dentro do contêiner, que contaram, alguns policiais.”

Situação dos PMs condenados

– Major Edson Raimundo dos Santos: cumpre pena em regime semiaberto em unidade da PM;

– Tenente Luiz Felipe de Medeiros: cumpre pena em unidade da PM;

– Soldado Felipe Maia Queiroz Moura: excluído da corporação, aguarda julgamento em liberdade;

– Soldado Rachel de Souza Peixoto: excluída da corporação, aguarda julgamento em liberdade;

– Soldado Thaís Rodrigues Gusmão: excluída da corporação, aguarda julgamento em liberdade;

– Soldado Marlon Campos Reis: excluído da corporação, cumpre pena em unidade prisional do Estado;

– Soldado Douglas Roberto Vital Machado: excluído da corporação, cumpre pena em unidade prisional do Estado;

– Soldado Jorge Luiz Gonçalves Coelho: excluído da corporação, cumpre pena em unidade prisional do Estado;

– Soldado Jairo da Conceição Ribas: excluído da corporação, cumpre pena em unidade prisional do Estado;

– Soldado Anderson César Soares Maia: excluído da corporação, cumpre pena em unidade prisional do Estado;

– Soldado Wellington Tavares da Silva: excluído da corporação, cumpre pena em unidade prisional do Estado;

– Soldado Fábio Brasil da Rocha da Graça: excluído da corporação; cumpre pena em unidade prisional do Estado.

Copiado de:  https://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/621896/sumico-de-amarildo-completa-5-anos-e-familia-ainda-nao-foi-indenizada?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=621896