O proprietário de uma oficina mecânica, suspeito de ter assassinado na última terça-feira o policial militar Adriano Mallmann, de 24 anos, apresentou-se na tarde desta quinta-feira (23) à delegacia de Parobé. Segundo o delegado Rosalino Constante Ceara, ele confessou o crime alegando legítima defesa.
 

Na versão que contou à polícia, Malmann disse que estava sozinho quando dois PMs chegaram à oficina cobrando uma dívida para um empresário de Novo Hamburgo. Ele afirmou, ainda, que ao falar com o credor pelo telefone de um dos policiais, foi informado que a dupla estava orientada a executá-lo em caso de negativa. Segundo Ceara, foi a motivação alegada pelo suspeito para atirar.

O delegado disse, porém, ver contradições entre as declarações do suspeito e do PM sobrevivente. As pistolas apresentadas pelo empresário, uma como sendo do policial morto, não condizem com as armas usadas pelos dois PMs que fizeram a abordagem. No depoimento do policial, ele afirmou que o dono da oficina não estava sozinho, mas na companhia de outros dois homens na noite do crime.

O delegado ainda não pediu a prisão do suspeito, mas não descartou a hipótese.

 
 
 
 
 
Diz o blogueiro – essa história cheira mal, pois lembra aquela matança em que alguns deles à serviço de gente não muito respeitavel de Vale do Sinos executaram alguns no início do corrente ano. Isto é lamentável e demonstra o descontrole que as chefias tem sobre servidores desta instituição.