“Temos que atirar para matar em quem alvejar policiais”, diz comandante da BM
polícia ostensiva ComentarJoão Carlos Trindade falou sobre as últimas ações da Brigada Militar
Atualizada às 15h59min
As últimas ocorrências atendidas pela Brigada Militar no Estado têm gerado grande repercussão. Nesta quarta-feira, três assaltantes foram mortos após uma perseguição policial em Passo Fundo. Para o comandante da Brigada Militar, coronel João Carlos Trindade, a ação dos policiais foi correta.
— Se o delinquente não atende aos apelos dos brigadianos e ainda atira contra eles, não há mais nada o que fazer. Temos que atirar para matar. Não podemos esperar nada de um bandido que atira em um policial — explica.
Segundo Trindade, “em qualquer ação policial o bem tem que ser preservado”.
— O PM tem que saber de que lado ele está. Não podemos preservar o delinquente e arriscar a vida de um policial — diz.
Outra ocorrência que despertou interesse da sociedade foi o cárcere privado que terminou em tragédia em Tenente Portela. Um homem manteve a ex-mulher em seu poder por mais de 10 horas, depois a matou e cometeu suicídio. De acordo com Trindade, a demora no contato com a BM foi crucial para o desfecho trágico.
— Nosso grupo especializado já estava a caminho da ocorrência quando as mortes ocorreram — relata.
Fonte: ZEROHORA.COM E RÁDIO GAÚCHA
Diz o blogueiro – isto entendo como sendo uma ordem. Até compreendo tal atitude, mas quero saber quem ordenou que atirasssem naquele sem terra lá em São Gariel, pelas costas, quando estava desarmado? Quem deu aquela ordem quero ver no banco dos réus junto com o infeliz soldadinho que vai pegar 30 anos com certeza. Será que depois de confirmada a sentença ele irá de manter calado? Espero que não, mas temo algo como suicídio. Vamos ficar de olhos bem abertos.



fevereiro 19th, 2010 at 10:11
Sem querer polemizar… e já polemizando: retroagindo no tempo, gostaria que o juri do soldado pm lá de São Gabriel fosse prorrogado até que sejam julgados (serão?) os sem-terra que assassinaram a golpes de foice um outro soldado pm que fazia, sozinho, policiamento na Av. Borges de Medeiros, em Porto Alegre, há alguns anos. A família do soldado espera, até hoje, o julgamento dos culpados… que, segundo consta, foram bem identificados e continuiam assentados, recebendo auxílio governamentais do Lula.